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1 - A Carta Educativa de Águeda foi aprovada, ora aí está uma boa notícia. Já nem era sem tempo, mas certamente ainda vai a tempo - embora se tenham perdido oportunidades e razões, ao longo de um período em que nem toda a gente esteve bem - ora por inércia, ora por distracção ou intenção. Sabe-se lá! Tratando-se de um documento fundamental da gestão municipal nesta magna área da Educação, seria curial que, sem quaisquer tipos de abastardamentos ou jogos de bastidores, todos os eleitos da nossa votação eleitoral se pronunciassem em tempo e horas devidas. Mas como Águeda é assim, tudo tem de ser dramatizado! E assim foi!!! Agora, a Câmara que pegue no “carrego” e leve a carta aos fregueses. Não deverá ser fácil. 2 - O Cancioneiro de Águeda está imortalizado nas nossas memórias. E nas memórias de quem faz da história uma farta colheita de culturas e tradições, que as gentes de O Cancioneiro de Águeda recolheram, enrouparam e futu(rar)am. O oiro dos 50 anos de história do grupo vai muito para além das fronteiras da sede da Venda Nova. Vai para além do Malhão de Ti Armindo e Amália! O Cancioneiro não é de Águeda, é de todo o mundo! 3 - A Junta de Freguesia de Valongo do Vouga, indo para além das suas competências e obrigações autárquicas, projecta a comunidade valonguense para a cultura. A Escola de Música, com quase 300 crianças e jovens, é disso um belo exemplo. O Festival da Canção e a Gala dos Pequenos Cantores são a cereja de um bolo de arte, futuro e cultura que são amostra séria e viva de como, pensando de forma maior, se pode ir além da gestão corrente dos dinheiros que se recebem do Estado e da Câmara, para limpar valetas e tapar buracos, ou organizar excursões político-turísticas, a troco de uma subvenção mensal tantas vezes imerecida. 4 - O Lions Clube de Águeda renovou mandatos mas continua fiel ao seu magistério de serviço público, dando melhor futuro aos de magra mesa e parcos proveitos. Belo exemplo de solidariedade, sempre viva, actual e actuante. n CV
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