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Águeda, como o país, é uma terra de brandos costumes e afeiçoadas intenções. Isso é mesmo das nossas mais proclamadas virtudes e riquezas, ou não fossemos nós capazes de dar a camisa a quem, ontem ou anteontem, traiu um nosso qualquer valor mais relevante. Funcionamos por padrões mais ou menos institucionalizados, todos gostamos de dar umas alfinetadas no vizinho, cortar na casaca de quem nos bem ou mal governa e não nos damos nada mal com esta tranquila e mordaz atitude. Portugal e os portugueses, de resto - assim como os aguedenses … prezam-se por esta lusitaníssima forma de estar e com ela fomos conquistando o mundo, sempre cantando e rindo e sempre fazendo mais amigos que inimigos. Os padrões por que nos guiamos, sempre se deixam apaixonar por um momento mas afectivo e desde que nos toque ao coração, aí estamos nós, de mãos e coração aberto para dar tudo o que temos. 1 - A direcção da ACOAG tomou posse e anuncia-se cheia de sonhos próximos. Deles certamente virão roteiros e e equipas de trabalho que tornarão mais fácil o futuro dos comerciantes. Será? 2 - O estudo de impacte ambiental da barragem da Redonda, na Castanheira vai começar. Assim foi anunciado. Quantas mais vezes será dito que Águeda irá ter uma barragem na Redonda? 3 -A Unidade de Saúde de Macinhata do Vouga vai envelhecer, enquanto espera ser inaugurada e estar ao serviço da comunidade. Será que a febre ministerial de encerramento de serviços de saúde a “falecerá” antes ainda de abrir? 4 -Travassô passa dos projectos aos actos e vai lançar primeira pedra do lar de idosos. Aqui, já não há sonhos e promessas atiradas ao vento. Há realidades concretas. Como em Macinhata do Vouga. E brevemente em Valongo do Vouga e também em Á-dos-Ferreiros. Águeda, de resto, no plano social, dá cartas ao país. 5 - Paradela vai ter um sacerdote, de lá natural - Jorge Gonçalves. Em tempo de crise de vocações e de desafios à fé e à solidariedade, à nobreza dos bons e cristãos exemplos, sublinhe-se o desprendimento de quem se prepara para servir e se partilhar, sabendo que pouco (ou nada) terá em troca n CV
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