Há lugar e lugar…Há ir e recuar!
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O Verão lá se vai passando e se, como dizia a minha avó, primeiro de Agosto primeiro de Inverno, a parte principal está a esvaír-se. Para mim, que prefiro o frio ao calor, é bom... Por falar em altas temperaturas: no dia 1 de Julho, ferveu. Abriu a caça ao despautério. Bom que o Primeiro-Ministro e o Presidente da República não atiraram ao ar o fatinho e a gravata a desencadear eleições antecipadas em altura desastrada. (Lembro aqui que esta coluna é de OPINIÃO PRÓPRIA...) Vai passando o Verão... Mas continua em fervura mais ou menos acelerada. Tenho de convir que o Governo tem um faro desastrado para a escolha de-digamos assim-certa "arraia miúda" do Executivo. Acredito que não seja má-fé, mas, c'os diachos, já vai parecendo aquela de cada tiro cada melro, cada cavadela cada minhoca… Grande gáudio para as oposições que assim têm oportunidade de malhar no Governo prometendo "manhãs" que cantam" quando chegar a sua vez… E neste caso só do P.S., espero. Amanhãs risonhos e desafogados quando não temos dinheiro para mandar cantar um cego ou é realmente falta de visão, ou demagogia, ou premeditado dispartae! Quanto aos disparates das recém (e a té menos recentes...) nomeações governamentais, haja cuidado e tino nas escolhas para as mudanças e haja-o também para as aceitações. Já tenho pensado que fosse eu convidada a assinar o Livro das tomadas de posse, vasculharia primeiro toda a minha vida desde a entrada na idade da razão, a ver se me lembrava de ter surrupiado sequer um rebuçado de meio-tostão na mercearia do senhor Adriano ali ao Largo da Estrela, em Lisboa onde fui criada. Quanto mais, coisa mais choruda! E a propósito do Livro de posse acima citado: terá o dr. Paulo Portas tomado posse ou tomado conta? A ver vamos e vamos ver, para reforçar a ideia. Que ponha toda a sua "arte e engenho" sobejamente demonstrados ao longo da vida política, que nele já vai longa, a "marrar" com a desapiedada troika, a Merkle, o "uber alles" da Germânia que parece seguir o seu antecedente Átila, o quase pré-histórico brutamontes que se gabava de que por onde o seu cavalo passava a erva não crescia mais. E não é que a História se repete?... n LUÍSA MELLO
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