SP Nº. 8855
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O ano de 2014 aproxima-se do fim e, olhando para trás minimanente atentos, não deixaremos de perceber, e sentir, que é mais um ano para... esquecer. Pelo que por cá (não) se passou e pelo que no mundo se viu - com tragédias atrás de tragédias. O país continua cheio de promessas avulsas e repetidas, iludindo o bornal de sonhos com que nos vão prometendo os mundos e os fundos que (não) farão o futuro. 1 - Os problemas de ontem, são os problemas de hoje. Serão piores, até. E sobre eles se assobia, enquanto muita gente passa fome e fragiliza a saúde. É mais pobre! Alguma coisa mudou, é verdade! Para uns, para melhor. Pior, para outros. Não adianta grande coisa entrar em pormenores do que foi a coisa pública, depois que esteve (e não deixa de estar) a Troika. Posições e oposições, sempre terão as suas razões - como se tem visto, em letras de imprensa, em declarações públicas ou em afirmações no areópago maior da democracia aguedense: a Assembleia Municipal. Ou na do país: a da República. Uns porque, orfãos de um poder exercido em muitos anos, não se adaptaram, ainda, ao efeito da vontade do eleitorado que os derrotou nas urnas. Outros, porque ainda não se habituaram a ser poder e justificam algumas inabilidades próprias nos defeitos de outros. Nada custa apontar dedos. É por estas e por outras que Águeda e o país muitas vezes perdem, porque os eleitos não olham o interesse público para além das suas fronteiras partidárias..! 2 - A Banda Marcial de Fermentelos atinge a bonita e singular "idade" dos 146 anos. Notável! É um verdadeira catedral de cultura, que se semeou pelas suas terras da pateira e espalhou pelo mundo. Merece a mais talentosa partitura de homenagem. 3 - A ACOAG chega ao quarto de século, desafiando o futuro - que quer melhor para uma classe que se sente desapoiada e empobrecida. Que se afirme em mais 25, em anos de ouro e em “olá” confiante ao futuro, com (mais) algum capital de esperança, esperança que o tempo (lhe) tem diluído. 4 - O novo Chefe Regional dos Escuteiros de Aveiro é o aguedense José Carlos Santos, um homem de serviços e de causas públicas - na cultura (presidente da Orquestra Filarmónica 12 de Abril), ou na solidariedade e voluntariado (vice-presidente dos Bombeiros de Águeda), da economia (dirigente da ACOAG) e na política. É de homens de causas, discretos e eficientes, e não vestindo opas de vaidades, que a sociedade precisa. E de quem sirva, não de quem se serve. n CV
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