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Estratégia: Mais tostões para a serra

por José Neves em Novembro 06,2013

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Quem se der ao estudo e consulta do jornal Soberania do Povo, desde a década de 70 e até aos nossos dias, facilmente constatará que as obras para a zona serrana do concelho foram sempre escassas, embora com algumas excepções e traduzidas, nos anos anteriores ao 25 de Abril, nos primeiros passos da luz eléctrica, criação de acessos rodoviários e na realização de captações de água e instalação de fontanários públicos.
n TOSTÕES: Era o tempo em que os dinheiros se contavam aos “tostões” na Câmara e  a  prioridade da política concelhia ia para a indústria. Mesmo assim, a serra já se afirmava como mancha florestal contínua, com proveitos económicos para a melhoria da condição de vida daqueles que, resistindo às contínuas “ondas” da emigração, nela permaneceram e  souberam trazer, até os dias de hoje, a importante zona florestal de Águeda, abrangendo   Belazaima do Chão, Préstimo, Agadão, Castanheira do Vouga e Macieira de Alcôba.
n MILHÕES:  Atravessados que estão quase 40 anos de democracia e poder local, é justo dizer que alguma coisa se fez na serra, pela concretização dos direitos dos cidadãos, pela saúde, educação, solidariedade social e na valorização desta vasta região. O dinheiro camarário, hoje, conta-se aos milhões e a Europa continua a ser amiga e generosa na sua contribuição ao desenvolvimento do país.
Infelizmente, a serra está desertificada e o número dos seus eleitores não são voz bastante e audível, a marcar a prioridade das políticas da Praça do Município, sempre mais benévolas e de cofre aberto às “metrópoles” citadinas!
n DEFESA:  O recente incêndio da serra do Caramulo - e que dramaticamente atingiu a freguesia de Agadão -, pôs a nu, mais uma vez, a fragilidade das condições, na sua defesa.
A inexistência de estradões de fácil acesso para uma pronta penetração, e uma rede conveniente de pontos de água, são a matriz obrigatória para permitir uma pronta e eficaz acção de combate ao flagelo.
Seguindo o exemplo do saudoso engº. José Júlio Ribeiro, presidente da Câmara de Águeda à altura do trágico incêndio de 1986, também a autarquia aguedense pode rumar a Bruxelas, pedindo auxílio e apoio financeiro à concretização de uma rede viária florestal, melhorando, dessa forma, as actuais e fracas condições de acesso, permitindo aos soldados da paz e às Associações de Protecção Civil concelhias, as condições em segurança para levar a cabo e com êxito o seu abnegado trabalho.
n TRAGÉDIA: Caso contrário, e se nada for feito, todos os anos as sirenes tocarão e, com o coração nas mãos, a serra sofrerá as imprevisíveis consequências da tragédia que lhe bateu à porta.
Não é, Beatriz? n JNS


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