ADEUS A MAIS UM ANO E EXPECTATIVAS PARA 2008
Que este virar de mais uma página, seja um motivo de reflexão e de esperança, para os portugueses e para o mundo. Senhor 1º. Ministro, não basta dar explicações na noite de Natal aos portugueses, sobre o sucesso da sua política, porque estes já vão sentindo que é preciso ter mais dinheiro para comprar os melões! As duas cimeiras de Europa e da África, que lhe deram tanta vaidade e se realizaram em Lisboa, com a ajuda de Durão Barroso, do Presidente da República, alguns ministros e embaixadores, foi o motivo interno e externo mais forte de que se pode orgulhar! O que o levou a encerrar o ano e merecendo férias no estrangeiro oferecidas pelos seus ministros (pelos portugueses) duma forma honrosa e sentido de estado. Também estou, como português atento, muito reconhecido, porque sinto, com imparcialidade, que o sucesso dessas cimeiras será bom para Portugal e para os portugueses, cuja aproximação entre os povos irá ser frutífera e politicamente correcta. Os ditadores estrangeiros também foram convidados e, também por isso, se destacou com o verdadeiro sentido de Estado, equecendo as políticas e as ideologias que têm vindo a afastar os povos, não se resolvendo assim, os problemas da fome e da boa convivência internacional. Sr. 1º. Ministro, permita-me que lhe diga que, com a mesma franqueza e como cidadão. Substimou a resolução dos porblemas mais sensíveis dos portugueses, tal como os problemas da saúde, da justiça e da economia e, aí, todos nós, portugueses, estamos de acordo que V. Exa está a perder pontos (votos). Será que durante este período das cimeiras, não coordenou bem a acção dos seus ministros e continuou a viver a obseção do défice externo com os altos signatários de Estado? - O tal défice que tem vindo a empobrecer os portugueses! Mas agora, sr. 1º. Ministro, a sua política já vai mais longe, com o encerramento das urgências de uma forma apressada, sem criar alternativas credíveis e sem respeito pelo povo, que sofre e vive incertezas e riscos; o encerramento das escolas naquelas aldeias longínquas e tantas vezes isoladas da civilização e onde chegou o emigrante para conviver com a família e quem sabe, que os mais corajosos até pensaram em ficar! Mas ficar para quê, se até a minha escola já foi fechada, para onde vou levar os meus filhos? A ilustrar as minhas afirmações estão aí as constantes e avassaladoras manifestações dos que precisam e não vêem alternativas para o futuro. Tendo em conta a prepotência cega e a arrogância da sua política, os portugueses interrogam-se: para onde vai o pais?! Será falta de comunicação da parte dos seus ministro, explicando ao povo o alcance destas medidas, tão determinadas e desorientadoras? Creio que não. É a política errada deste governo! Insensível às aspirações do povo, que já reclama de indignação, frustação e revolta! E diz mais em cada esquina - não, não pode ser - não foi este governo que nós escolhemos, este governo é contra o povo, contra os trabalhadores e contra os mais desfavorecidos e reformados! Nós queremos um governo que melhore o desemprego, que melhore a saúde dos portugueses, que melhore educação e a justiça, que melhore a qualidade de vida das famiílias, para que nasçam mais crianças pois é o nosso futuro colectivo que está em causa. Um futuro que sua Exª. o Presidente da República já apontou na passagem do ano ao mostrar-se insastifeito com a actuação do governo. Um bom ano para todos os portugueses. n ASB
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