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O GOVERNO, protegido pela capa protectora e imperativa da troika, que tantas dores de cabeça nos está a dar, afoitou-se a avançar com a Reforma da Administração Local. 1 - A reforma será boa, ou não será? Por princípio, as reformas devem ser boas, sendo planificadas de boa fé e para melhorar e qualificar o que se propõem. Neste caso, para transformar um Poder Local que se tem deixado iludir e foi perdendo importância e meios, por não se assumir como tal mas, antes e nas mais das vezes, como mero trono de vaidades e ambições. 2 - Tome-se o caso de Águeda: o Poder Local conseguiu materalizar o sonho do novo hospital? Do Centro Coordenador de Transportes? Do acesso à auto-estrada? Da via rápida, ou auto-estrada para Aveiro? Do metro de superfície? Da rede de saneamento em todas as 20 freguesias? Idem, da água? Não! Não e estamos a falar de coisas básicas. 3 - A reforma do Poder Local que se vai discutir poderá ser, se quiserem, um bom ponto de partida para uma serena, desapaixonada e fria reflexão sobre a (não) importância do próprio Poder Local. Em Águeda e no país. 4 - A AMAR, IPSS de Macinhata, celebrou 12 anos de história. A apoiar os mais frágeis e na obra que construiu e é o seu altar social. Merece palmas! E muitos mais anos de bons serviços. n CV
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