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O Secretário de Estado da Protecção Civil veio a Águeda saber como por cá se faz... protecção civil. E, ao que viu e não viu, deu Águeda e as associações como “exemplo útil” e referência para todo o país. 1 - Vasco Franco (o SEPC) viu, sublinhou e elogiou. Espera-se, agora, que ajude e contribua para que as associações aguedenses que fazem protecção civil, de forma voluntária e abnegada, arriscando a vida para salvar vidas e bens, tenham justo apoio financeiro e material do Estado. Não é bastante o elogio de momento. Importa a acção. 2 - A ACHAR chega ao primeiro ano de vida, cumprindo missão de solidariedade que enobrece os seus dirigentes mas, muito mais que isso, é ponto de apoio seguro para os que sofrem de doenças do foro oncológico. Num tempo em que a sociedade é cada vez mais madrasta e egoísta, é justo sublinhar a partilha de dores e de meios que os seus dirigentes assumem para com os que sofrem da doença. E para com os seus familiares. 3 - A Câmara Municipal lançou um projecto de dinamização de agricultura sustentável, pretendendo atrair desempregados para o desenvolvimento de actividades no sector. O projecto, como ideia, é magnífico. Vamos ver se alguns dos que se “arrastam” por aí, dias atrás de dias e a consumir apoios sociais do Estado, abrem mãos dessa malandrice para aproveitar a oportunidade. A terra é, e será sempre, a maior riqueza do mundo. Aproveitem! Dela sai o pão que nos alimenta a vida. 4 - O então Ministro Mário Lino, há três anos e com pompa e circunstância, inaugurou a placa da futura via rápida para Aveiro. A placa ainda lá está. Não se sabe é da via rápida com perfil de auto-estrada. Não existe. n CV
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