A BRIGADA DOS CRÍTICOS
Ouvia há dias um cidadão, com uma conhecida tradição de fazer jus à sua língua bem afiada, a constatar a realidade de que cada vez há menos gente disposta a trabalhar para as causas públicas, como associações, clubes, etc. Nada mais refrescante para quem goste de trabalhar para a comunidade, que ouvir essa conclusão da boca de quem sempre tem uma palavra crítica e normalmente nada incentivadora. Caso para dizer: “Até que enfim que os críticos e sabichões do costume concluem que os que se entregam a tarefas, fazem falta!” A verdade é que cada vez há menos gente disposta a dar-se a causas públicas. Talvez pelo desgaste a que são submetidos por acção dos “críticos do costume”. Pena é que aqueles que passam os dias, nas esplanadas dos cafés, a fazer palestras críticas e pouco ou nada construtivas, na hora em que as instituições precisam não se ofereçam para pôr em prática toda a sua “vasta ciência”! Daí, o curioso exemplo: aquele “camarada” estava a criticar a sociedade, em geral, por haver cada vez menos pessoas dispostas a trabalhar para os outros. Ele que habitualmente está na primeira fila do “coro de inteligentes”, sempre disponíveis para desanimar os que ainda restam! Um conselho me atrevo a dar a estes cidadãos da brigada dos críticos: repensem a vossa atitude ou um destes dias não têm ninguém para criticar!
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