O novo "conto do vigário"
Imaginem este cenário: um empreendimento habitacional de luxo, pronto a habitar mas ainda com apartamentos para venda, onde aparece para comprar um cidadão muito bem apresentado, ao volante dum topo de gama, com dinheiro à vista e ainda com vontade de fazer a escritura de compra nos dias seguintes. Motivo: “A minha mulher é professora, foi colocada nesta região e preciso do apartamento nos próximos dias”. Feita a escritura, aparece para ocupar a habitação uma quantidade de gente de condição económica e social inferior ao esperado e algo complicada na atitude de respeitabilidade e bom ambiente, etc. O empreendimento está liquidado! O empresário põe as mãos à cabeça, desesperado! Não vai conseguir vender nem mais uma habitação e vai ter problemas para concluir os negócios já iniciados! Em desespero, aborda o proprietário da habitação ocupada. Propõe-lhe a recompra. Está com sorte! O novo proprietário não afasta essa hipótese! Com um senão: por três vezes mais! Ficção? Realidade! Acautelem-se os promotores imobiliários! É uma versão moderna do “conto do vigário”!
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