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O ano novo, que agora abre portas, não começa com grandes esperanças. O país está de pernas para o ar, a coligação que nos governa não se entende muito bem e, do outro lado da bancada do poder, não se vislumbra quem, de verdade e saber, possa ser uma alternativa que vire este penegar da vida portuguesa. 1 - Ler a imprensa, ouvir os noticiários das rádios, os telejornais e os debates, é uma drama. Não há notícia que alegre quem lê, ouve ou vê. Somam-se as tragédias, as más notícias, os cortes sociais, o número de desempregados e empresas insolventes - a moderna forma de dizer que estão falidas. 2 - Os impostos levedam e esvaziam os bolsos já depenados do povo pagador. As empresas, sem vender, não lucram; fecham e deixam de pagar impostos. O país, canta e ri, e chora, e os eleitos que o decidem continuam a assobiar para o lado, em jogos de palavras que os divertem (uns aos outros), mas não resolvem coisa nenhuma. O país está mais devedor e não tem quem ponha mão neste desbaratar da riqueza pública - que é de todos nós e não só dos que se abancam nos areópagos do poder e dele (poder) fazem caminho dos seus interesses. 3 - O ano de 2013 não nasce com esperanças, mas poderá ser tempo e oportunidade para que se ponha tento a tanta negligência e ligeireza de governação. É o que se deseja. - CV
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