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Basta de sofismas, senhores! O povo tem direito a melhor sorte!

por Almeida Roque (Comendador) em Maio 07,2014

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Depois de uma apreciação genérica, do que se passou no dia 25 de Abril, chega-se facilmente à conclusão de que Portugal e a Europa, ao contrário do que acontece com o seu maior aliado, mas, concorrente acérrimo, não sabem tirar conclusões dos erros que  fatalmente acontecem.
Portugal e a Europa ficam felizes, quando parece caminhar-se para um ligeiro crescimento, enquanto os americanos dão, passos seguros, para mais um ciclo hegemonia económica.
Depois desta síntese da realidade, será mister procurar encontrar as causas.
Analisando o que se passou no dia 25 e nas semanas que o antecederam e procederam -  e das quais o nosso concelho foi um “exemplar brilhante” -, o que constatamos:
Palestras e discursos bafientos, cheirando a elogio pessoal,  ou do seu grupo, com a repetição do que se vem dizendo há quatro dezenas de anos !
Em Águeda, houve uma excepção (palmas para ela), o resto foi apenas, como genericamente no País – mais do mesmo, com frases de elogio pessoal ou partidário, cegos ao interesse geral, pela vaidade e interesses pessoais, ou pela defesa do partido, e alheios aos interesses do país que juraram defender, simultaneamente incapazes da indispensável análise para a crítica construtiva,  que todos nós temos obrigação de fazer, em relação às nossas palavras ou actos !
Esta prática de pensar e agir (mais ou menos normal), que atinge a maioria dos títeres que mantêm os poderes, impede-os de pensar e cumprir os seus deveres para com a Sociedade que nos integra e se consubstancia numa frase: “unir os nossos conhecimentos comuns, para que a vida seja melhor para todos”.
Este pensamento, porém,  precisa da ajuda da prática, que lhe é indispensável: Cada um de nós deve procurar, humildemente, ser melhor; não para dominar “o outro”, mas para se juntar a ele. É esta a verdadeira democracia.
Infelizmente, o que verificámos é a prática da defesa intransigente dos privilégios criados pelos diversos poderes, ao arrepio da dignidade e a maioria deles sustentados, pela legalidade imposta pelo poder.
A Revolução, como quase todas as revoluções, criou o momento ideal para a feitoria de leis de acordo com os interesses dos revolucionários e seus ideais e 40 anos não foram suficientes para entender que, toda a obra humana é “imperfeita e perecível” mas, os oportunistas, foram ardilosos e quiseram dar-lhe o valor da eternidade.
Foi assim que nasceram muitas das leis vigentes e se aproveitaram outras (que vinham do regime anterior) para perpectuar a conveniência revolucionária!
E, pelo que infelizmente constatamos, os políticos e os politiqueiros, esquecendo a constante evolução tecnológica do mundo e as infinitas possibilidades que esta evolução poderia proporcionar aos cidadãos, preferem não abrir o coração e a inteligência para o consenso e cooperação, mantendo a máscara da hipocrisia, que serve para camuflar os seus interesses e, perpectuar o poder!
O mundo da ciência e da economia evoluiu constantemente e vem gerando, à sua volta, uma crescente evolução mas, os político, parecem cegos de olhos e de sentidos e moralmente insensíveis, dispostos a adiar indefinidamente um tempo de conjugação de esforços com o objectivo de conseguir esbater as diferenças e obter a tranquilidade que permita ao Povo usufruir dos benefícios totais da evolução tecnológica.
Há várias dezenas de anos que venho afirmando ser o desemprego em Portugal (aliás, como na maior parte da Europa) como outros vícios que muito prejudicam a Sociedade Portuguesa e da maioria da Europa e que só existem porque, quem Governa, não pensa no cumprimento dos seus deveres, mas no voto que lhe confere o direito de mandar.
A quase totalidade dos governantes pensa, apenas, em usufruir as regalias pessoais ou do grupo, que lhes confere o poder.
É dessa forma de governar que resulta esta irrefutável verdade: a grande maioria dos Países Europeus têm legiões de desempregados (que o são, porque não querem ou não gostam de trabalhar), mas têm ainda um número mais elevado de emigrantes.
Isto, como é óbvio, quer dizer que se os cidadãos desses países quisessem trabalhar, havia trabalho para todos os naturais e, ainda, para emigrantes.
E se esta é, inquestionavelmente, a real situação, qual é a razão porque os que governam, e, também as oposições e a comunicação, nos massacram os ouvidos com choros e lamentações e não tomam as posições que se impunham para bem de todos?
Eu explico porquê: a comunicação, em grande maioria, está do lado dos que rejeitam consensos, porque, com eles, deixava  de ter os trunfos que alimentam a sua existência, e os políticos, sobretudo os da mesma área, perderiam grande parte dos seus apaniguados, sobretudo aqueles que vivem à custa do trabalho dos outros.
Para confirmar o que afirmo, dou, dois exemplos: na empresa Hortomelão, que emprega 600 operários, 540 são estrangeiros; e uma empresa de Santarém que pediu ao Centro de Emprego 900 operários, depois das normais entrevistas, apenas 15 aceitaram nas entrevistas, faltando saber se vieram trabalhar.
Chegam ou querem mais?
Dizem que foi limpa a SAÍDA mas enquanto continuarem estas situações e as reformas prometidas, e outras não forem feitas, ou a austeridade continua indefinidamente ou não pagamos aos nossos credores!
É triste que assim seja, mas é a indisfarçável realidade!
n ALMEIDA ROQUE

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