header Incio | Pgina inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avanada »
Seces
Arquivo
2 3 4 5 6 Sab Dom
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930

Notcias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votao: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votao | Votaes antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

Aprender a ser poder

por José Neves em Maro 03,2010

image
Muito hoje se fala da necessidade dos cidadãos participarem na politica da sua terra, acompanhando o trabalho dos órgãos eleitos e contribuindo na discussão e procura das melhores soluções e caminhos a seguir.
A expressiva abstenção que se tem verificado nos actos eleitorais - mais de 50% - espelha bem o desinteresse dos eleitores e a pouca fé e expectativa nos candidatos que se apresentam e nas promessas que apregoam levar a cabo.
Águeda, a nossa terra, não foge à regra.
Importaria, assim, que entre eleições, eleitos e eleitores criassem condições de diálogo, numa séria e consequente afirmação de que o município não é refém de meia dúzia de iluminados e precisa de se envolver com a comunidade - ouvindo opiniões e criando confiança, juntando forças, concretizando objectivos.
A política também é uma arte no
saber ser poder.
E aprender a ser poder precisa-se, entre nós, num poder local que tem vivido há anos - ao nível da Câmara e Assembleia - em guerras intestinas e que mancham perigosamente a publicitada “excelência do município”, que se desejaria que existisse e fosse verdadeira.
Infelizmente, as notícias não são animadoras.
A Câmara Municipal do PS mantêm nos seus quatro elementos a totalidade da governação do executivo - não atribuindo aos três vereadores do PSD qualquer pelouro e reduzindo-os ao encargo das senhas de presença.
A Assembleia Municipal, de presidência socialista, dá sinais de ter aí a sua única diferença: mantém o mesmo formato, perde-se na estéril discussão regimental e trata pela “rama” assuntos que deveriam merecer estudo, atenção e resposta
política eficaz.
A Assembleia Municipal de Águeda da última 6ª.-feira, 26 de Fevereiro, não augura nada de novo: o PS continua a solicitar ao Ministério Público a averiguação sobre irregularidades em obras, do tempo do PSD, e estão a caminho inquéritos sobre pagamentos indevidos a funcionários e que ascendem a 300 000 euros.
Neste ambiente político, o PDM, o QREN, as obras e as verbas, dificilmente sairão dos panfletos da campanha eleitoral e o concelho secundarizar-se-á, em definitivo, encostado a uma qualquer das novas regiões que aí vêm.
E seria uma pena que tal acontecesse: sem identidade, poder e influência, a política em Águeda, já não serviria para nada.
Não é, Beatriz?

1837 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00 (total 1 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados