header Incio | Pgina inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avanada »
Seces
Arquivo
2 3 4 5 6 Sab Dom
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930

Notcias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votao: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votao | Votaes antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

Águeda a preto, branco e a cores

por José Neves em Abril 01,2009

image
No quadro do País, Águeda não é um concelho qualquer.
Os 634 (seiscentos e trinta e quatro) milhões de euros de facturação, no ano de 2008, das 1400 pequenas e médias empresas que fazem parte do universo da Associação Empresarial de Águeda (A E A) e a expressão do património e actividade florestais da sua zona serrana (Agadão, Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga, Préstimo e Macieira de Alcoba), com o que isso tem de significado ao longo de dezenas de anos pela entrada de dinheiro fresco nos circuitos da economia, garantem ao concelho um lugar de referência na região e uma voz a ser ouvida, sem favores partidários, por qualquer governo de Lisboa.
Se  considerarmos que para além dessa actividade, contabilizável, há outras,  enraizadas na educação de sucessivas  gerações, que se estendem ao desporto, à cultura, à solidariedade e que têm mobilizado a comunidade na edificação de obras, no trabalho associativo, no voluntariado, na dignificação da 3ª. idade, na protecção à infância.
E se tivermos ainda presente os recursos naturais do concelho por explorar e a sua contribuição no desenvolvimento da região, com legítimos benefícios para  a autarquia, mais se exige da política local e de quem dela pretenda fazer sacerdócio que saia da malha cinzenta, a preto e branco em que se tem enredado, não perdendo tempo com questões de “lana caprina“, mas que assuma com liberdade e saber,  uma  trajectória de não capitulação face ao Governo de Lisboa  e de que a história recente do tribunal de Águeda é exemplo de triste sina.
Recolocar a nossa terra na liderança regional e dar-lhe, de novo, peso político no País.
Essa é a questão central a resolver num debate que é preciso construir: quem somos, onde estamos, para onde queremos ir.
Um debate sem procurar bodes expiatórios, mas onde os “mea culpa“ já não podem absolver quem, tendo o ”leme“  nas mãos e o vento de feição alguma  vez se afastou da rota da urbanidade, por ignorância, por favores ou outros caminhos ínvios.
Muitas amêndoas, Beatriz! n JNS


2216 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00 (total 1 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados