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TROFA: CDS/PP CRITICA E ATACA PSD

por SP em Janeiro 31,2008

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A Comissão Política Concelhia (CPC) de Águeda do CSD-PP, reagiu à posição  assumida pela congénere do PSD, relativamente à Junta de Freguesia da Trofa. Para os centristas, Parada Figueira estava “desejoso de mostrar serviço e dar algum ânimo às hostes”.

O CDS-PP considera que o PSD “manifesta alguma dificuldade em viver e conviver em “estado de minoria”” e acusa-o de proferir “acusações extemporâneas” que demonstram algum esforço de fait-divers, que mais não visa que ocultar as reconhecidas fraquezas de que o PSD parece vir a padecer nos últimos tempos, incapaz de se reerguer da orfandade do poder, onde se refugiou durante trinta anos”.
A posição assumida pelos social democratas, segundo o CDS/PP visou “acudir à impotência dos seus apaniguados, incapazes de impor as suas ideias e vontades, numa Junta democrática, onde o espectro político é claramente heterogéneo, as decisões são baseadas no voto da maioria e a maioria é obtida a partir de três forças políticas muito iguais onde o CDS-PP, por vontade do povo da Trofa, foi o mais votado nas ultimas eleições”.
 
ATAQUE VIOLENTO

Os centristas, dirigindo-se a a Parada Figueira,  deixam várias questões no ar: “Onde estava quando algumas Juntas de Freguesia do seu partido - e o seu próprio executivo municipal, cultivavam a política do esbanjamento e do desperdício? Quando se entrava pelos armazéns da Câmara  - sem rei nem roca - e se levava a bel-prazer o que bem apetecia, sem se saber se tudo foi ou não aplicado no benefício público; quando os veículos da Câmara e dos SMAS “passeavam” pelo município - e por fora dele - sem que ninguém soubesse o que faziam nem quem transportavam; quando se promoviam obras que mais não contribuíam que para a valorização de patrimónios pessoais; quando se faziam obras de fachada sem qualquer utilidade, que não fosse a satisfação do ego dos promotores; quando se entrava e se construía em propriedade privada em nome do “interesse público”; quando se sobre - orçamentavam obras que nem metade do orçamento custavam; quando se permitia que certas empresas executassem e facturassem obras completamente fora de todos os padrões mínimos de qualidade; que muitos subsídios fossem atribuídos em função da ocasião e quantos deles “viajaram” no bolso interior do prêt-a-porter para serem entregues com pompa e circunstância no final da jantarada ou da almoçarada!?”.
Na óptica de Filipe Mota Gonçalves, “o caminho da insinuação não é de facto o melhor”, pelo que, considera que “fica muito mal” que Parada Figueira assuma “a paternidade bacoca da impotência e incapacidade demonstrada por alguns “seus” niilistas autarcas, que estão com certa dificuldade em sobreviver numa verdadeira democracia.


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