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Assembleia Municipal de Águeda: Nadais nega as Conservatórias em prédio de que é proprietário

por Redacção Soberania em Dezembro 29,2010

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Gil Nadais, presidente do município de Águeda, afiançou, na última Assembleia Municipal (AM), em 22 de Dezembro, que “não existe qualquer negócio” entre si e o Instituto dos Registos e Notariado (IRN) ou o Ministério da Justiça (MJ), para a instalação das Conservatórias do Registo Predial e Comercial, num prédio de que é proprietário, na Rua Júlio Portela.

O Grupo Municipal do PSD voltou à carga com um tema que está associado à pretensão do Instituto de Gestão Financeira e das Infra-estruturas da Justiça, em arrendar, em Águeda, um espaço com cerca de 600 metros quadrados, não incluindo estacionamento, para instalação daqueles serviços, e à qual, sabe-se, se candidatou o pai do presidente da Câmara Municipal de Águeda.
Questionado, por Hilário Santos, da intenção da edilidade em construir um parque de estacionamento nas traseiras do cemitério do Adro, que, depreendeu-se, estivesse a ser pensado para dar resposta à instalação das Conservatórias na Rua Júlio Portela, Gil Nadais foi claro, dizendo que só conhece “um projecto do PSD para fazer um parque de estacionamento” naquele local.
PISTAS CICLÁVEIS

A questão das pistas cicláveis na cidade foi motivo para reparos de Nair Barreto, do PSD, que questionou da sua viabilidade e segurança, antes de concluir que constituem “uma manta de retalhos”.
“Daqui a dois ou três anos toda a gente vai dizer que aquilo estava muito bem”, contrapôs Gil Nadais, que deu conta de um investimento “de duzentos e tal mil euros, em que pagamos 20%, ou seja, 40 e tal mil euros”.

INSPECÇÃO DA IGAL

A recente inspecção desencadeada pela IGAL à Câmara Municipal, foi aflorada por José Vidal, do PS, percebendo-se, logo depois, que o tema dominará uma das próximas sessões, já que o PSD alegou “o sigilo” solicitado pela entidade inspectora, para não fazer comentários sobre o conteúdo do relatório preliminar.  
“Fiquei muito contente com o relatório da srª. inspectora”, disse Gil Nadais, que, ainda assim, admitiu problemas descortinados pela IGAL, com “horas extraordinárias que tinham sido pagas em excesso”, motivando que alguns funcionários municipais já estejam a repor as verbas que receberam indevidamente.   VER EDIÇÃO SP IMPRESSA

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