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Clube da Venda Nova: Foi recebido, triunfante, pelas pérolas da cultura de Águeda

por Redacção Soberania em Novembro 26,2008

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Máquinas trepidantes trabalham na rotunda da Praça do Conde, junto à caixa geral dos depósitos. Muitas pessoas aproximam-se, intrigadas e perguntam o que se passa, mas parece ter sido ordenado um black-out e ninguém responde.
O Fernando Granizo, que além de grande agricultor de espécies várias, todas biológicas, desde a batata doce ao alho pôrro é também um dos directores dos Voluntários da Agulheta, entrou no quartel nervoso, afogueado e dirigiu-se ao Ivo Adjunto, a esbracejar:
”Passei ali pela Praça do Conde, andam lá a abrir um buraco e disseram-me que é  um túnel aberto por ladrões, que passa por debaixo da rua e sai na caixa forte da caixa!”.
“E o que é que nós temos a ver com isso?”, perguntou o Ivo. E acrescentou: ”É que também me disseram que os ladrões andam lá em baixo a acabar o túnel e só há uma maneira de os tirar de lá. Vamos  com um auto-tanque e esguichamos  água lá para dentro e eles ou saem ou se afogam!
O Rolim Stones estava pasmada com o que ouvia e interrompeu: “Tem calma que não é nada disso! Aquelas obras na rotunda servem para construir um plinto para a estátua do conde que está ali no meio dumas árvores, suja e triste”.
“Bem, se assim é, estou mais descansado”, disse o Fernando Granizo. “A estátua está num sítio onde nem as pombas entram e um monumento sem pombas a pousar na cabeça não tem dignidade nenhuma - e continuou - o que é bem feito é que  ponham o conde  de costas para o Luís Bastinhos, que me enganou, dei-lhe um dinheirão por um casado de alpaca escocesa e impingiu-me  um de serrobeco”.
    
*** * ***
O Poeta Alegre veio a Águeda, terra onde nasceu e cresceu a jogar a bola no Adro e a correr para cima na Rua de Baixo e onde brotaram o estro e a inspiração para grandes poemas. Foi recebido, triunfante, pelas pérolas da cultura de Águeda, onde estavam também os vates Brás dos Kiwis, Fausto Olivença e Catula de Águeda, ranchos folclóricos, corais e  bandas de música.
O Paulo Assucena fez um discurso curto, mas profundo, ao que parece, pelas palmas que recebeu.
”Grande discurso”, comentou a Irene Colorau. E maIS “Foi denso e pouco entendi do que ele disse, mas falou pausadamente e com ritmo, isso é verdade!”.
Estavam para aí uns 500 figurantes no palco do S. Pedro. Cantaram, tocaram, discursaram. E no final ninguém arredou pé. Esperavam que o homenageado subisse ao palco para agradecer. Passado algum tempo o Paulo Assucena foi microfone e disse:
”Desculpem, mas o poeta sentiu-se mal com a frio do tempo e com o calor da vossa recepção e ficou  afónico e entupido de comoção...!”.
O Jorge Gosta, ao ouvir a explicação do silêncio do poeta, disse ao Cestino Vi o Egas, que estava ao lado:
“O Silva dos Farolins, presidente da UBA - União de Bandas de Águeda,  também não discursou no aniversário
da Banda Nova de Fermentelos, se calhar também estava afónico!”


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