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Águeda: Demissão do técnico dominou trabalhos da Assembleia

por Redacção Soberania em Outubro 08,2008

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A recente deliberação da Câmara Municipal, de demitir o técnico José António Barreira, dominou a quarta sessão da Assembleia Municipal de Águeda. “Foi a decisão mais badalada e a que me constrange mais”, admitiu Gil Nadais.

O PSD, na óptica de Parada Figueira e de Hilário Santos, considerou que a pena aplicada foi desproporcional em comparação com outras “situações já ocorridas neste mandato”, chegando mesmo a falar em “funcionários que falsificaram assinaturas” e que “retiraram património da autarquia”.
Os social-democratas denunciaram, depois, que houve indicações para que se seguissem “os procedimentos anteriores” numa empreitada de pavimentação de um troço entre a rotunda da Catraia de Assequins e a entrada da Quinta do Regote, em vésperas do encerramento da campanha eleitoral de Manuel Alegre à presidência da República.
“Fui eu quem mandou alcatroar até à Quinta do Regote! Eu sei que há mecanismos de trabalhos a mais e a obra ainda ficou abaixo do valor contratualizado”, disse Gil Nadais, garantindo que no caso de José António Barreira, houve “contabilidade paralela”.
“Concluiu-se que houve prejuízo efectivo de todos nós”, disse José Vidal (PS), interessado em banir “a teoria da corrupção, favores e amizades”. “Houve outro processo falsificações de documentos e não vi ninguém do PSD levantar questões”, disse, pouco depois, o socialista Armando Ferreira.

CHEFES DE DIVISÃO...
DE CONFIANÇA POLÍTICA


Parada Figueira questionou Gil Nadais sobre a quantidade de chefes de divisão que se encontram em regime de substituição e ouviu da boca do presidente que “as chefias devem ser da minha confiança política!”. “Há eficácia de serviços que é preciso acautelar”, justificou o líder da Câmara Municipal.
Os social-democratas solicitaram a relação da horas extraordinárias que estão a ser pagas às chefias, tendo Gil Nadais mostrado-se surpreendido: “Que eu saiba não há, nem pode haver, horas extraordinárias pagas às chefias! Se há, é uma situação irregular, que tem de ser corrigida”, disse o presidente.


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