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Valongo do Vouga: Os assaltos e o vandalismo, tudo vai ficando impune!

por J.M.Ferreira em Julho 31,2008

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Os assaltos, aquando do nosso “retorno” a estas páginas, foram o tema da nossa primeira intervenção. Passado pouco tempo, novamente (e infelizmente) fomos obrigados a abordar a questão confirmando-se o que antes era uma suposição baseada nalguns factos passados.

Agora somos confrontados com actos de puro e genuíno vandalismo da coisa pública. lamentavelmente!
Quando se trata de destruir as coisas públicas (que são em benefício de todos), o adjectivo a aplicar é VANDALISMO, que, como se sabe, só pode ser praticado, como a história demonstrou há séculos, por aqueles que ficaram conhecidos por VÂNDALOS (ver nota em separado).
O que é certo é que em conversa informal com o presidente da Junta de Freguesia de Valongo do Vouga, este mostrou-nos algumas dessas situações, não sem se demonstrar agastado, impotente e revoltado contra este estado de coisas praticadas por indivíduos néscios, indigentes ou então a faltar-lhes aquilo que todos nós sabemos.

Adolescentes organizados

O estado de espírito do nosso interlocutor torna-se ainda mais revoltante, quando se sabe quem o faz, como faz e com quem o faz. Adolescentes inimputáveis, a raiar a casa dos 14/15 anos, já o confessaram, e vão até ao cúmulo de utilizar as novas tecnologias para se comunicarem entre si e combinarem o que, em conjunto, vão ou devem fazer.
 Entenda-se isto, claro está, por danificar, destruir as coisas que são pagas por nós. As coisas públicas.
O caso da comunicação foi tão evidente, que um dos intervenientes, à frente do presidente da Junta de Freguesia, e que quando com este se deslocava, utilizou o que é conhecido por SMS para que o outro soubesse que iam a caminho para confirmar aquilo que dias antes terão, ilegal e irresponsavelmente, feito em determinado local.
As autoridades locais, obviamente, também realizaram a intervenção que o caso requeria.

Gangue de inimputáveis

Dada a sua idade parece que a lei os torna inimputáveis, como dissemos,  e quando a célula desta sociedade, que está a criar indivíduos assim, chamada família, nada faz ou poderá fazer, o que será deles daqui a uns anos? E o que será da sociedade futura que vai acumular, pelas facilidades existentes, estas células de pessoas?
Pelos factos relatados, parece que, com estas idades já existe um gang na freguesia (ou, talvez, mais que um...). E as causas? Já alguém as apurou? E se as apurou, qual a hipótese de solução encontrada? E a quem compete averiguar e conduzir este tipo de situações?
Era um assunto que tínhamos em mente aqui trazer como “desabafo” das coisas locais. Isto porque já tínhamos reparado que, nalguns casos, se confirmava o antes exposto.
São lampiões quebrados cirurgicamente, espelhos visores danificados, sinais de trânsito destruídos, enfim, um ror de coisas que pessoas normais consideram que, se estão lá, é porque para alguma coisa servem. Evidentemente.
O que não podem servir é para destruir, por simples e completo gozo.

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