header Incio | Pgina inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avanada »
Seces
Arquivo
2 3 4 5 6 Sab Dom
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930

Notcias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votao: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votao | Votaes antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

POLÍTICA: PS CADA VEZ MAIS SE CONFUNDE COM O PSD

por Redacção Soberania em Abril 30,2008

image
A Concelhia de Águeda do PCP comemorou o 25 de Abril com um almoço, no restaurante Trindade, que agregou cerca de uma centena de membros e simpatizantes.

O convidado maior foi Carlos Carvalhas, antigo secretário-geral do partido, que, num discurso combativo e fortemente ideológico, atacou em todas as frentes, escalpelizando a crise do PSD e considerando, até, que “o capital financeiro gosta deste socialismo”.
O restaurante Trindade quase se encheu de cravos vermelhos para comemorar o 25 de Abril. Na mesa de honra, encontravam-se Júlio Balreira, Francisco Simões, Alberto Vidal, Aida Vale e Vanessa Ferreira, todos da Concelhia de Águeda, e Óscar Oliveira, da DORAV de Aveiro do PCP, ladeando Carlos Carvalhas.
Após uma curta intervenção de Francisco Simões, coube a Carlos Carvalhas a intervenção de fundo. Considerou o 25 de Abril, como “o acontecimento maior do século XX, marcante para milhões de portugueses”. Depois de homenagear os capitães de Abril, afirmou que “os comunistas portugueses, ao contrário de outras forças políticas, orgulham-se desta data”, não acompanhando as teses que sustentam que a iniciativa do levantamento militar foi fruto “do desgaste da guerra colonial”, mas defendendo ter resultado da consciencialização democrática, resultante dessa mesma guerra.
 Carlos Carvalhas sublinhou, depois, que “as grandes conquistas do 25 de Abril, foram a paz, a liberdade e o fim da guerra colonial, classificou como “mentirosa campanha”, a tentativa que considera estar a ser feita, de interpretar os acontecimentos de então, como “tempestuoso conflito” ou “vendaval de instabilidade”.
Após uma breve resenha histórica do que tem sido a vida democrática pós-25 de Abril, onde procurou separar as águas do PCP da restante oposição, onde integrou “os grupos esquerdistas, PCP esse, que, na sua opinião e em contraponto, “não enganou, nem engana o povo português”, assentou as baterias no PS, para quem, as contas públicas “não passaram de uma cortina de fumo para a privatização de serviços públicos”.
A propósito da crise do PSD, justificou-a pelo facto de que “o PS cada vez mais se confunde com o PSD. Por isso, é que o PSD tem tanta dificuldade em afirmar-se”, para concluir que “o capital financeiro gosta deste socialismo”.


2005 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00 (total 113 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados