MACINHATA: CASA ANTIGA EM RUÍNAS AMEAÇA O PÚBLICO
Uma casa com cerca de 8 metros de altura está em grande estado de degradação (foto), a dois ou pouco mais metros da estrada, na Rua Nossa Senhora da Piedade.
Com aquela altura, está a fazer perigar enormemente e o adjectivo aqui não tem nada de excessivo quem por ali passa. E deve dizer-se que é muita gente. O acontecimento é o quarto a ser tornado público, no tempo presente. O primeiro, segundo e o terceiro, já apontados repetidas vezes, infelizmente, continuam... o quê?, à espera de que sejam roubadas vidas humanas, para se debruçarem sobre eles?! Este quarto acontecimento (e quantos mais não haverá na freguesia?) está a suscitar muito medo - tanto, que pessoas me vieram pedir encarecidamente que fosse ao local, tirasse fotografias e desse o alerta. E eu fui. E fiquei deveras preocupado. E se o prédio fosse meu, não dormiria descansado! Pode, num destes próximos dias, haver uma derrocada e termos de lamentar a perda de vidas humanas! Dizia-me um vizinho:” Quando passo por ali, fujo para o lado oposto e mesmo assim!...” De surpreender é que o, ou os proprietários, e as autoridades, em primeiro lugar a Junta de Freguesia, consignam manter-se impávidos e serenos perante um “cenário” deveras perigoso! Junta de Freguesia, sim!, porque, não basta “erguer os ombros” e dar por arrumados os perigosos casos em que a vida das pessoas corre risco, ao dizer: “já comunicámos a quem de direito”, à Protecção Civil! Não basta, sempre que desse lado não haja conveniente actuação! Tem obrigação de insistir, até que essa gente entenda quanto vale a vida humana e quanto lhe poderá custar a sua negligência!!!. Não o fazendo, entregando-se à desculpa do ofício participativo da ocorrência e ficando-se por aí, é cumplice!. Deve entender que tem a obrigação de zelar pela segurança da comunidade, que representa. E não está a fazer na devida forma, porque os referidos casos - primeiro, segundo e terceiro há muito que estão a ameaçar as próprias vidas dos seus concidadãos e permanecem inticáveis, como se nada de mau dali pudesse vir, ou como se, fossem pertença de grandes senhores feudais, a desvalorizar a vida dos seus servos!. Mas esse tempo já lá vai. Estou, é preciso entender, a procurar servir a comunidade, autoridade, os proprietários e os cidadãos. Não é de modo nenhum intenção minha hostilizar ou prejudicar quem quer que seja. Não procuro “louros” com eventuais honrosos acolhimentos dispensados às minhas notícias. O que maior satisfação me dá, e com isso fico feliz, é que os problemas e, mormente estes, que de um momento para o outro podem roubar a vida especialmente a quem precisa de por cá andar para que o apoio que dá à família permaneça - sejam resolvidos. Isso sim, sinceramente, é o que me interessa. Espero que os proprietários possam ler este testemunho, reflectir, e porque os conheço e sei que é gente boa, não dúvido que lhe irão prestar a melhor atenção. n ALCIDES MELO
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