header Incio | Pgina inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avanada »
Seces
Arquivo
2 3 4 5 6 Sab Dom
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031

Notcias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votao: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votao | Votaes antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

ÁGUEDA: CHEIAS DE ÁGUEDA E DE LISBOA

por HUMBERTO ALMEIDA em Fevereiro 28,2008

image
Lisboa, Setúbal, Sacavém e outros locais, na segunda-feira 18 de Fevereiro, acordaram debaixo de água.

Na véspera, ao fim da noite, estava a ver e ouvir o novo programa da RTP1, com a jornalista Maria Elisa, e comecei a ficar parvo com a sua conversa, pois estava a levar o programa para domínios políticos e contra a ditadura e a direita, sobre o que aconteceu em 1967 com as piores cheias no país.
Está claro que, naquela altura, ninguém sabia de nada e a televisão também não era o que hoje é. O povo de nada sabia e as autoridades também não sabiam de tudo, pois as barracas eram imensas.
Depois, já após a Revolução dos Cravos, na era de 90, tornou a estar feio e por mais de uma vez. Mas já estávamos em liberdade. Nem de propósito, na mesma noite houve o que se está a ver neste momento nas televisões e até vão fazer programas especiais.  Hoje, há tempo de antena à farta e para todos os gostos.
Caramba, foi, há praticamente 34 anos a revolução e isto cada vez está pior. Há muitos anos que o arquitecto Ribeiro Teles e outros técnicos chamam a atenção sobre o assunto, mas nada, pois as Câmaras, deixam edificar tudo em todos os lugares, inclusive em leitos de cheia. Não são só os prédios. São também as auto-estradas, estradas e ruas que se fazem, sem verem se estão a prejudicarem o curso normal das águas pluviais.
Depois, são os esgotos que estão obstruídos por todo o tipo de areias e lixo, muito deste deixado pelos construtores. Por outro lado, o pessoal das Juntas e Câmaras, não dão a devida manutenção a esses canais de esgotamento e à limpeza de ribeiros.
Depois são as matas e terrenos baldios, próximos que não são limpos e certas pessoas ainda ali despejam tudo e mais alguma coisa, incluindo electrodomésticos. Está claro, quando a chuva cai com certa intensidade, tudo vai para os ribeiros e riachos e que tudo levam à frente. Na parte do saneamento de águas pluviais, devido a tubos entupidos ou mal dimensionados, as tampas são catapultadas pela pressão, pois a água é o elemento mais forte do planeta e nunca o homem parará o seu caminho, embora o possa desviar.
Soube-se agora, pelo Instituto da Meteorologia, que este próximo fim-de-semana, as mesmas zonas, estão novamente expostos a grande pluviosidade e vento.
O que aconteceu na área da Grande Lisboa, tem acontecido, ou pode acontecer, em muitos locais e a parte baixa de Águeda não foge à regra.
Muito haveria para dizer, mas …e mais não digo.

4330 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 Resultado: 4.82Resultado: 4.82Resultado: 4.82Resultado: 4.82Resultado: 4.82 (total 139 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados