POLÍTICA: A LEI ELEITORAL
O novo presidente da Concelhia de Águeda do CDS/PP manifestou-se contra a nova lei eleitoral autárquica considerando a SP que “as listas não vencedoras devem ter metade dos eleitos do executivo municipal”.
SP: Que comentário lhe merece a proposta relativa à nova Lei Eleitoral autárquica? FMG: Estou ao lado da posição nacional já assumida pelo CDS-PP. Concordamos com a necessidade de garantir mais estabilidade aos executivos, mas o Projecto-Lei do bloco PS/PSD tem defeitos que queremos corrigir. SP: Por exemplo? FMG: Olhe, defendemos que as listas não vencedoras, por exemplo, tenham direito a metade dos membros do executivo municipal e que fique acautelada a possibilidade de formação de coligações pós-eleitorais, possibilitando que o presidente eleito possa recrutar vereadores fora da sua lista. SP: Como é que está o CDS-PP, a nível nacional? FMG: O Partido teve necessidade de passar por um processo algo complicado, de modo a que reassumisse a sua capacidade de intervenção e alguma estabilidade, de forma a abordar todas as questões de forma serena, assertiva e oportuna.
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