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ORÇAMENTO E GRANDES OPÇÕES DO PLANO: APROVADO POR MAIORIA

por Redacção Soberania em Dezembro 19,2007

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António Martins (CDS-PP) se referiu-se na Assembleia Municipal à ligação Águeda-Aveiro e à Pateira de Fermentelos.

“Alguém terá que entender que não podemos continuar à espera de questões básicas, nem que para tal - disse o membro centrista - tenhamos que proibir alguns políticos de vir a Águeda ou virar-lhes as costas quando eles cá vierem”.
Sobre o documento, António Martins manifestou o desejo que Gil Nadais “encontre uma relação mais profunda em Lisboa, do que aquela que encontrou até aqui” e afiançou que “se o sr. presidente cumprir 80% do que promete, eu serei capaz, de quando for votar, fechar os olhos, e votar em si”.
Parada Figueira (PSD), considerou que “um orçamento de 40 milhões de euros é... nada!”, acrescentando que o documento “mais não é do que a liquidação de obras já feitas e um mero plano de intenções”. Questionou sobre “o centro coordenador de transportes e a ampliação ou não do novo tribunal”, constatando que “este executivo optou por uma manga insuflável no rio, quando o PSD defendeu uma ponte-açude”.
Depois, lançou dúvidas “quanto ao peso político deste executivo junto do Governo”, dando como exemplo as adiadas questões da “ligação Águeda-Aveiro e do metro de suprefície”. O documento “tem muitas propostas”, mas “será exequível em que percentagem?”, questionou, dando conta que “em 10 de Dezembro, o valor da receita entrada no corrente ano era de 22 milhões de euros e o orçamento para 2008 é de 40 milhões! Está tudo dito!”.  
José Vidal (PS), considerou o “plano realista” e que “neste orçamento paga-se tudo o que vem do passado”. Depois de se mostrar agradado “com o aumento do número de praticantes na área do desporto”, considerou que “10% de aumento para a formação é pouco”, mas “tudo o que seja o aumento para a formação é bom”, disse.
Gil Nadais, manifestou a vontade de “ter uma taxa de execução de... 110%”. “Não me perguntem qual a taxa prevista... Eu gostaria que fosse elevada”. O presidente da edilidade, defendeu que “a cidade tem que ser o coração do desenvolvimento do concelho” e garantiu que “este plano tem a génese para começarmos a estruturar o futuro do concelho”.
n VOTAÇÃO: O documento acabou aprovado por maioria, com 26 votos a favor e 13 abstenções. O documento passou com os votos socialistas (10), de António Martins (CDS-PP) e dos presidentes das juntas de Águeda, Barrô, Belazaima, Borralha, Castanheira, Espinhel, Macieira, Macinhata, Ois, Préstimo, Recardães, Segadães, Travassô, Trofa. A bancada do PSD (9) e os presidentes das juntas de Aguada de Baixo, Aguada de Cima, Fermentelos e Lamas do Vouga, abstiveram-se.

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