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Cultura: Livro do Orfeão com achegas para a sua história
O livro "Orfeão de Águeda - Achegas para a sua história", da autoria de Deniz Ramos, que relata o percurso dos 92 anos da emblemática colectividade, foi apresentado no sábado, 22 de Novembro, em cerimónia que teve lugar no Salão de Caça do Parque Municipal de Alta Vila.
António Soares de Almeida Roque, amigo inestimável da colectividade, referiu-se a uma “peça literária maravilhosa”, considerando que o trabalho de Deniz Ramos Padeiro “é mais uma benesse que Águeda lhe fica a dever”. Depois, enalteceu “a figura, extremamente simpática, que foi Armando Castela” e sublinhou o desempenho de António de Almeida e Silva na presidência da direcção do Orfeão de Águeda, “cujo entusiasmo ultrapassa os limites”. Paulo Sucena, presidente da assembleia geral, sublinhou “a qualidade da obra de Deniz Ramos”, relevando as “achegas decisivas que traçam, com clareza, a vida de uma colectividade que nasceu em 1916”. Na linha de António Soares de Almeida Roque, considerou que “Armando Castela foi uma figura ímpar da nossa cultura, a quem não foi prestada a devida homenagem” e elogiou o trabalho, “de muita qualidade”, do maestro Paulo Zé Neto.
HINO DO ORFEÃO
António de Almeida e Silva, presidente da direcção do Orfeão de Águeda, destacou e agradeceu o trabalho do autor, desafiando o director artístico, Paulo Zé Neto, “a fazer do poema que encerra a obra, o hino do Orfeão de Águeda”. Deniz Ramos Padeiro garantiu que elaborou o livro “com um prazer enorme” e que vai continuar a “andar por papéis velhos e memórias antigas”, de modo a mostrar “por obras desta natureza, o meu amor por Águeda”. O autor de "Orfeão de Águeda - Achegas para a sua história" fez questão de destacar a “exemplaridade cívica” de Armando Castela, fundador da colectividade, que foi, a seu ver, “a figura máxima da nossa cultura”. “Quando se homenageia Neca e se deixa de lado Armando Castela...”.
MOMENTO ALTO
O presidente, Gil Nadais admitiu que “aprendi, aqui, que Armando Castela foi uma personalidade muito valiosa no seu tempo” e desafiou a “ANATA e o Orfeão de Águeda” a desencadearem, com o apoio da Câmara Municipal, “a digna homenagem que Armando Castela merece”. Gil Nadais considerou, depois, que o Orfeão de Águeda “está a viver um dos seus momentos mais altos” e enalteceu os espectáculos que a colectividade tem organizado, “que nos têm deixado maravilhados”. António de Almeida e Silva presenteou Deniz Ramos com uma peça em prata e António Soares de Almeida Roque ofereceu um exemplar do livro a cada elemento do Coro Misto do Orfeão de Águeda. O livro relata a história dos 92 anos da colectividade, pode ser adquirido, por 20 euros, na sede do Orfeão de Águeda, no nosso jornal e nas livrarias da cidade.
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