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Regional: Vale do Vouga faz 100 anos com 10 milhões de investimentos
A Linha do Vale do Vouga faz 100 anos a 8 de Novembro e a REFER anunciou dez milhões de euros de investimentos para melhorar os níveis de segurança.
O ramal de Aveiro, até Águeda e Sernada, é que mais utilizado é, queixando-se a empresa da insuficiência de passageiros para minimanente rentabilizar a exploração. A ligação Sernada a Viseua 1 de Janeiro de 1989 (há quase 20 anos!) e são poucas as composições que actualemnte circulam entre Espinho, Oliveira de Azeméis e Sernada e Sernada e Aveiro. O maior volume de tráfego é entre Aveiro e Águeda. A autorização para a construção da linha do Vale do Vouga foi dada pelo Ministro João Franco, à Companhia Francesa de Construção e Exploração de Caminhos de Ferro, com garantias de juro do capital empregado, se a exploração não desse lucros suficientes. A companhia iniciou os trabalhos em Dezembro de 1907 e a inauguração oficial do troço Espinho-Oliveira de Azeméis realizou-se em Outubro de 1908, com a presença de D. Manuel II. A exploração até à estação de Sernada do Vouga iniciou-se em 1911; de Sernada a Vouzela e Bodiosa a Viseu, em 1913; de Vouzela a Bodiosa, em 1914. A extensão total da via férrea é de 175 quilómetros, incluindo o Ramal de Aveiro. O projecto deste ramal, de 34,585 quilómetros, foi aprovado em Fevereiro de 1909, ficando a ligar com a linha na Sernada. Nesse mesmo mês, foi aprovado o projecto das instalações para o entroncamento do ramal da Linha do Vale do Vouga com a Linha do Norte, em Aveiro. O ramal de Aveiro foi autorizado a abrir à exploração em Setembro de 1911, com o troço entre Sernada e Albergaria. Ficou assim concluída a linha entre Espinho-Sernada-Aveiro. Actualmente, a chamada Linha do Vale do Vouga luga Espinho a Aveiro, passando pelos territórios municipais de Santa Maria da Feira, S. João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Albergaria e Águeda. O investimento anundado pela REFER vai essencialmene ser feito na supressão de 50 passagens de nível e automatização de maos 80. “Quersmos menos 70% de acidentes, já em 2001, relativamente a 2007”, comentou António Viana, da REFER, em declarações à SIC.
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