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Travassô: O cachorrinho baleado

por Redacção Soberania em Julho 30,2008

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Era o Mascote da nossa escola.
Todos gostavam dele, todos o estimavam, todos brincavam com ele: - Era o companheiro de todos!

O animal era mais sensato que algumas pessoas e muito mais dedicado que a maioria. Não abandonava, nunca, os que lhe davam carinho e, quantas vezes, deitado à porta onde os seus amigos se encontrassem, no café, no restaurante ou no salão da Banda, ficava horas à espera para os acompanhar a casa.
Em tempo de escola, ele, que tinha a liberdade de quem não tem dono, podia andar por longe, mas à hora do lanche, lá estava ele a partilhá-lo com os seus amigos: os meninos da escola!
De repente, no adro da igreja, alguém que se dirigia ao contentor do lixo ouviu tiros e olhou: - Enquanto o inocente animal latia e se contorcia por ter sido atingido com vários projécteis tentando, em vão, arrastar-se, o herói, autor da façanha, de camisa preta para dar ao seu hediondo acto um ar mais solene, afastava-se no seu Mercedes C, cinzento prateado.
O animal sem dono, mas de todos, foi levado para uma clínica por populares, para que lhe sejam retirados os projécteis assassinos, na esperança que se salve. Assassinos sim, porque isto foi mesmo para matar. E se matar um animal, não é a mesma coisa que matar uma pessoa, é sempre um sadismo com laivos de loucura. Aliás, não é por acaso que a pessoa que viu a cena e reconheceu o autor, não quer denunciá-lo. É por medo!
Esperamos que o animal seja recuperado rapidamente, para satisfação de todos os que com ele conviviam e, principalmente, para alegria das crianças da nossa escola.
Quanto ao autor da proeza, não deve ficar sem um severo castigo porque, segundo consta, é useiro e vezeiro na perseguição a animais, mas se as autoridades não conseguirem que ele seja denunciado, por medo da única testemunha que o reconheceu, então que seja a população de Travassô a dar-lhe o tratamento que merece: - O desprezo e o seu isolamento!


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