ÁGUEDA: SANEAMENTO NÃO SERVE METADE DA POPULAÇÃO
Jorge Henrique Almeida, vice- -presidente da Câmara Municipal de Águeda, disse a SP que “nos próximos dois anos, não será de prever um volume de obra de saneamento básico coincidente com as nossas necessidades e vontade”.
SP: Quais são as expectativas da autarquia, para os próximos dois anos? JHA: Estamos num tempo de reformulação estratégica, que deverá passar pela concessão dos sistemas de baixa em toda a região, pelo que nos próximos dois anos, não será de prever um volume de obra coincidente com as nossas necessidades e vontade. No âmbito da GAMA, estamos a preparar o futuro, para que seja possível realizar toda a obra que falta até 2013, aproveitando os fundos do QREN, o que não seria possível contando exclusivamente com os cofres dos municípios. SP: Qual era a taxa de cobertura em Novembro de 2005? JHA: No início de 2006, foi possível estimar que teríamos instalada rede que poderá servir quase 60% da população. No entanto, se olharmos para todas as freguesias, falta fazer mais de 50% das obras necessárias, estimadas em mais de 30 milhões de euros. Falta obra em praticamente todas as freguesias e, em algumas, falta a totalidade, o que faz do concelho um dos que apresentam bastante atraso nesta matéria. SP: Qual é a percentagem actual? JHA: Aumentou um pouco, pois não tem sido possível realizar muitas obras, por incapacidade financeira. No entanto, temos vindo a fazer obras em vários locais. Algumas delas, revestem-se de grande prioridade, pois é necessário colocar estas infraestruturas, para que seja possível a outras entidades intervirem nas estradas, casos da Piedade e Recardães e brevemente na EN1, dentro e fora da cidade. SP: Com que área de cobertura concelhia pensa concluir este mandato? JHA: Vamos continuar a dar passos para que seja possível cobrir o concelho até 2013, altura do fecho deste quadro comunitário.
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