MACINHATA DO VOUGA: O DÉFICE DEMOCRÁTICO DA CORTESIA E DO RESPEITO
Volto a pegar-lhe, não para sustentar a polémica, a que vou pôr ponto final, embora não me agradem mesmo nada os termos que a senhora Presidente da Junta de Freguesia de Macinhata procurou para fundamentar a sua réplica. Que, para mim, não passa de um mero exercício de diversão.
Diz a senhora Presidente que a Junta não teve oportunidade para se pronunciar sobre o assunto e considera, portanto, pela forma como a (minha) notícia está escrita e foi publicada, um ataque pessoal. Melindroso teria sido eu faltar ao respeito, ou ter “lesado” a verdade, com recurso a má fé. Aonde está isso? Alegar como o senhora presidente fez que “nada se passou conforme descrito” isso, sim, mostra indícios de atropelo à verdade!. Surpreendeu-me, senhora presidente. V. Exa dizer que a não colocação de contentor na Rua da Fonte, na Moita, ocorre, porque o carro que faz o levantamento do lixo não passa, por a rua ser estreita. Não é verdade! Estreita, é, mas o carro passa e passa bem. Fá-lo duas vezes por semana a caminho do Salgueiro, onde também procede a esse levantamento, e até camiões de grande tonelagem afectos ao transporte de madeira, passam!. Por respeito às funções públicas que V. Exa. exerce (sendo que não é verdade) essas declarações não ficam bem. Tão pouco, chamar a Alombada a terreiro. O que está em causa é a Moita. E “codificar” de ataque pessoal o procedimento de um cidadão que protesta por sentir que o modo como foi tratado, ficou aquém do que é devido, também não! E bom seria não esquecer que vivemos em democracia. Ponto final. n Alice F. Nogueira
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