Homenagem a João Neves no Festival da UBA
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O 26º. Festival da União de Bandas de Águeda (UBA) realiza-se no domingo, dia 5, em Fermentelos, e será marcado por uma homenagem a João Neves, maestro que há mais tempo se encontra à frente dos destinos técnicos de uma Banda aguedense.
António Almeida da Silva (AAS), presidente da UBA, considera que João Neves “está na base da maior transformação operada nas Bandas do nosso concelho” e que a sua saída da direcção artística da Banda Nova, entretanto revelada, representa “uma grande perda” para “a música em Águeda”. SP: O Festival da UBA regressa a Fermentelos. Que novidades há para a 26ª. edição? AAS: No quadro das comemorações que correspondem à 26ª. edição da UBA, temos, este ano, a introdução de uma novidade: a homenagem ao maestro que há mais tempo está à frente dos destinos técnicos de uma Banda nossa associada e cujo currículo merece esta deferência! SP: Pedro Neves dirigirá, a abrir, o “Momento Solene”, com todas as Bandas... AAS: Esse, como o título indica, é mesmo um momento solene, porque encerra um ciclo de 35 anos de extrema e permanente dedicação de uma pessoa na luta por levar a música de Águeda mais alto e mais além, com resultados técnicos e artísticos incontestados, pelo menos, nos meios musicais! Nós próprios escolhemos o tema “Trio Pompa e Circunstância”, num arranjo do compositor Luís Cardoso, que o maestro Pedro Neves - pupilo que foi do João Neves - dirigirá à frente das cinco Bandas do concelho, associadas da UBA. SP: Está à beira dos três mandatos à frente da UBA. Que obra fica para a história? AAS: Fica o ambiente saudável que se vive na família musical do nosso concelho. Fica a satisfação de estarmos juntos no mesmo objectivo. Fica a partilha de todos nas alegrias e nas tristezas. Fica o melhor que existe: paz, paz, muita paz! SP: Vai recandidatar-se? AAS: Na última assembleia geral, foi votada, para minha surpresa, uma proposta do presidente da mesa no sentido de que eu me possa recandidatar, apesar de, este ano, completar o meu terceiro mandato no cargo e que é o limite, em condições normais. Esperemos pela altura certa e veremos se tenho condições físicas e mentais para fazer a candidatura a um quarto mandato! VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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