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Política: 27 milhões de desempregados e dias cinzentos do euro

por Celestino Viegas em Outubro 17,2012

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SP esteve no Parlamento Europeu, em Bruxelas, onde deu conta de alguns números assustadores da realidade contemporânea. Por exemplo: há 27 milhões de desempregados na Europa. E Portugal está na lista negra: 15,9% da população activa está desempregada, uma percentagem que cresce desde 2008. E há soluções?

A deputada Regina Bastos (PSD) diz que «a Comunidade Europeia recomendou políticas de emprego mais agressivas» e sublinhou os 344 milhões de euros do Programa Impulso Jovem, para apoiar  quem tiver entre 15 e 34 anos.
    
Momento de crise

Regina Bastos é aveirense, de Veiros, advogada e com carreira política que passou pela vereação de Estarreja, Assembleias Municipais de Estarreja e Aveiro (presidente), Governo Civil (adjunta), deputada do parlamento nacional e Secretária de Estado da Saúde do XVI Governo Constitucional.
     «Já nos conhecemos...», saudou SP, na nossa chegada à sede da União Europeia. Na verdade, já: do futebol (foi adjunta da AFA) e da política, quando, candidata, por várias vezes nos achámos pelo chão de Aveiro.
A agora parlamentar europeia (de 2000 a 2004 e desde 2009), eleita do PSD e membro da Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais), falou, depois, da «grande aventura colectiva de mais de 50 anos», a da construção europeia, da qual, sublinhou, «não podemos desistir».
    «O momento é de crise e não temos boas perspectivas, mas não há como recuar, mesmo que tenhamos de olhar, e enfrentar, o que é de trágico e dramático ter 27 milhões de desempregados», uma realidade europeia que, e citamos Durão Barroso, «não pode continuar».
     O programa Impulso Jovem, dotado de 344 milhões de euros, pode incentivar 90 000 candidatos a estágios profissionais em empresas. Empresas (PME) que serão apoiadas com acesso a financiamento e terão redução da taxa social única (TSU) de 90%, até ao máximo de 175 euros, em contratos a termo de jovens desempregados de longa duração, por período mínimo de 18 meses.
«O objectivo é subsidiar a contratação, reduzir a carga fiscal sobre o trabalho e fomentar o empreendedorismo em sectores estratégicos – nomeadamente os ligados à economia verde, à saúde e às tecnologias de informação.
     «Temos de fazer esta Europa e o nosso país muito melhores», disse Regina Bastos.

Dias cinzentos
do euro

Diogo Feio, deputado europeu da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários, eleito do CDS/PP, falou de esperanças, citando Mário Draghi, o presidente do Banco Central Europeu: «Portugal pode regressar os mercados em Setembro de 2013» - se «tudo correr como actualmente».
    «A palavra é confiança», disse o deputado que, em Aveiro, foi Secretário de Estado da Educação (no Governo de Santana Lopes) e na véspera de SP estar em Bruxelas, interpelara Mário Draghi sobre o retorno de Portugal aos mercados da dívida.
A resposta foi que o nosso país «está bem posicionado para aceder aos mercados dentro do horizonte previsto", dando como exemplo a expectativa relativa à queda do défice para baixo da barreira dos 3%, em 2014".
Diogo Feio falou de esperanças mas também de «dias cinzentos", desde logo pelo período negro da vida espanhola, aqui ao lado. «Para perceberem bem, a Espanha, só para a banca, pediu 100 000 milhões de euros e Portugal pediu apenas 74 000 milhões,  mas para tudo".
"As situações espanhola e  italiana são um perigo para a unidade do euro», disse Diogo Feio, temendo que o problema se «alastre à Europa» e, em particular, receando «o crescimento de forças extremistas, que juntem tentações nacionalistas».
   E porquê? Porque «a união monetária exige uniformidade política». O caso da Catalunha, em Espanha, «poderá ser um grande problema», disse Diogo Feio, frisando que «sem união política, poderemos ter sérios problemas no futuro».
    «Estamos a meio de uma ponte, temos de decidir. Se a quebra do poder de compra anda entre os 5 e os 10%, e já não é nada fácil, a queda do euro elevará essa perda para 20%. Quem agora está a passar sacrifícios, mais sacrifícios passará fora da moeda única», opinou o deputado europeu do CDS/PP. n  CV

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