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Arrancada do Vouga: As notas de crédito das facturas da água
A gerente da Pastelaria Doce Vouga discorda do presidente da AdRA, quando este diz que as leituras erradas são imediatamente corrigidas com uma nota de crédito.
“Não foi o que aconteceu comigo. Recebi nova factura, que incluía o débito anterior, o débito contestado e errado, de 710,56 euros, do período de Dezembro de 2010 a Janeiro de 2011”, disse Maribel Oliveira. Contestou e começou uma epopeia de diligências, de Aveiro para Águeda e de Águeda para Aveiro, nos serviços da AdRA, na busca da nota de crédito. “Mandaram--me de um lado para o outro, mas nada de emitir a respectiva nota de crédito”, disse a SP. Finalmente, em Águeda, através do sistema informático, lá se averiguou o valor da nota de crédito. E dos 783,9 euros que teria a pagar dos dois meses (710,56, da factura errada, de Dezembro a Janeiro, e 73,34, da seguinte), lhe disseram que, afinal, apenas iria pagar 157,03. Sem explicarem como se chegou a este valor e sem emitirem a nota de crédito, em papel. E é necessária para a contabilidade da firma. “Bem sabemos que errar é humano, compreendo muito bem, mas também não é justo dizer-se que se faz uma coisa que, na prática, não acontece”, disse Maribel Oliveira. No caso, “não emitindo a nota de crédito imediatamente e, depois, fazendo a correcção sobre valores desconhecidos, não entregando os documentos”.
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