O período que antecedeu a ordem de trabalhos da 2ª. sessão ordinária de 2009 da Assembleia Municipal (AM) de Águeda, realizada na quinta-feira, 30 de Abril, teve como pano de fundo, uma vez mais, as eleições autárquicas deste ano.
Os socialistas, que, dias antes, na sessão solene comemorativa do 25 de Abril, tinham evidenciado algum azedume face à escolha do candidato do PSD à presidência do município (Castro Azevedo), voltaram à carga, mas, desta feita, não levaram “troco” da bancada social-democrata, que já tinha acusado os socialistas de “nervoso miudinho” pré-eleitoral.
José Carlos Vidal, líder do PS de Águeda, sem nunca mencionar o nome de Castro Azevedo, referiu-se ao “putativo candidato do PSD” em tons críticos, acusando-o de ter sido “absolvido “in dubio pro reo”” e “condenado em mais dois processos, um em 2001 e outro em 2007, em que a juíza disse que era passível de perda de mandato, caso estivesse em funções”.
O eleito da bancada socialista, que voltou a tecer um ataque cerrado a Castro Azevedo, acusou o antigo presidente da edilidade de ter gerido “uma cantina sem contas”, de ter “permitido que fosse construído um Centro de Canoagem ilegalmente” e de ter “transferido dinheiro para as freguesias, sem nunca apurar da sua utilização”.
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