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Economia: Crédito Agrícola em força e com resultados excepcionais
A Caixa de Crédito Agrícola do Baixo Vouga encerrou o exercício de 2008 com um resultado de 1 562 362,04 euros, antes de impostos - 1.212.839,55, após impostos. O presidente da direcção, José Luís Quaresma,referiu a SP que “o esforço para 2009 terá de ser ainda maior”, colocando, o enfoque na necessidade de “manter os bons resultados e um crescimento sustentado”.
A carteira de depósitos é superior a 165.837.518 euros, a que equivale a um crescimento de 1,98% em relação a 2007. O crédito concedido atinge os 99.696.861, correspondendo uma variação positiva (acréscimo), em relação ao período homólogo, de mais 10,46% - indicadores que contribuem para que a CCAM do Baixo Vouga seja, já hoje, uma forte referência no distrito de Aveiro.
60 milhões para apoiar a região
A CCAM do Baixo Vouga, entretanto, tem disponíveis mais de 60.000.000 (sessenta milhões) de euros para apoiar a industria, o comércio, os serviços e os particulares. Esta forte liquidez vai seguramente contribuir para o desenvolvimento dos concelhos onde opera, “desde que as propostas de crédito que lhe venham a ser apresentadas, mostrem razoabilidade e viabilidade futura”. Os bons resultados obtidos, na verdade, contrariam a tendência verificada na quase totalidade das instituições de crédito que operam no sistema financeiro português. Este bom desempenho, de resto, em muito fica a dever-se à “gestão criteriosa e cuidada” patente no dia-a-dia da CCAM do Baixo Vouga, que no âmbito da sua actividade (oito balcões), abrange os concelhos de Águeda, Aveiro, Ílhavo e Murtosa. A confiança colocada em todos os projectos em que o Crédito Agrícola está envolvido, associada ao rigor no seu funcionamento, é de certo a chave do sucesso. Os níveis de eficiência, continuam a manter-se, em parceria com “uma forte dedicação de todos os que servem a instituição”.
Boas práticas bancárias
A CCAM do Baixo Vouga, ao longo de toda a sua existência, “tem tido o cuidado de acompanhar, o que de mais inovador existe em matéria de boas práticas bancárias”. Agindo assim, foi possível ser das primeiras Caixas do país (a segunda) a obter a Certificação pela Qualidade. “Só com muito trabalho e organização é possível sobreviver, numa economia conturbada, onde uma sucessão de factos negativos acontece diariamente”, considerou o presidente da direcção, José Luís Quaresma, frisando que “o esforço para 2009 terá que ser ainda maior”. “Será necessário manter os bons resultados e um crescimento sustentado”, sublinhou o presidente José Luís Quaresma, para quem “é expectável, e certo, o acentuar da crise internacional e nacional, ao longo dos anos de 2009 e de 2010”.
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