"Se tudo correr bem e se eu for eleita, quem está a ser eleito é toda uma equipa e todo o Movimento", disse a candidata, afirmando-se confiante na eleição e frisando acreditar que o MEP "vai ter expressão europeia e chegar às eleições como o partido mais implantado no terreno eleitoral, o mais reconhecido pelas pessoas no que de bom tema notoriedade".
A candidata, com Rui Marques, presidente do MEP, ao lado, comentou que corre alguns riscos ao candidatar-se, mas concluiu que, olhando para o projecto humanista do MEP, com que se identifica, "vale a pena correr o risco e acreditar".
"O descrédito da política e dos políticos é tão grande que ainda bem que há movimentos de cidadãos e pessoas que se voluntariam para a política", sublinhou Laurinda Alves, que se propõe, "aproximar os portugueses da Europa" e ser "uma voz diferente na Europa no sentido de criar uma maior proximidade entre as pessoas e o Parlamento Europeu, representando-as nos seus anseios e expectativas reais".
Rui Marques, por sua vez, falou das "novas políticas" que o MEP defende e procura transmitir, nomeadamente no combate à exclusão social. "É preciso criar riqueza, numa dimensão solidária e não ceder ao império do já, preparando um futuro sustentado", disse Rui Marques, acrescentando "a União Europeia deve, antes de tudo, ser uma comunidade de pessoas e de povos, construída com a participação activa dos europeus mas evitando uma burocratização do espírito europeu".





