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Assembleia Municipal de Águeda: Cheirinho a eleições

por Redacção Soberania em Janeiro 07,2009

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Jorge Mendes (PJF Borralha) e Fernando Ferrão (PJF de Macieira de Alcoba) manifestaram algum desagrado face à escassez de obras nas suas freguesias.

Os dois autarcas admitiram algum apoio da Câmara Municipal, mas não esconderam o seu descontentamento. “Não foi feita nenhuma obra na Borralha das Grandes Opções do Plano de 2008”, lamentou Jorge Mendes. “Estou muito pessimista em relação às obras infra-estruturais que não foram iniciadas”, revelou Fernando Ferrão.
Mais crítico, Parada Figueira (PSD) elencou, “a oito meses do fim do mandato”, um conjunto “de obras que não se fizeram e se prometeram fazer”, constatando, depois, que “a Biblioteca Municipal é, talvez, a única obra que este executivo deverá inaugurar em quatro anos de mandato”.
“É normal que a oposição faça críticas ao que não é feito e se esqueça do que é feito”, concluiu Armando Ferreira (PS), por sua vez, aconselhando os críticos a verem “o Boletim Municipal”, apesar de reconhecer “que não fomos capazes de fazer tudo”. “O PS espera que haja decência e ombridade em reconhecer que as dificuldades estão para vir”, concluiu.
Neste período, José Vidal (PS) solicitou ao presidente do executivo dados relativos à construção do pavilhão e da piscina de Valongo do Vouga. “As contas da Junta estão disponíveis para irem vê-las”, ripostou Carlos Alberto Pereira (PJF Valongo do Vouga).
Hilário Santos (PSD) foi mais incisivo na reacção: “A oito meses das eleições, começam-se a agitar algumas consciências... Começam com a judicialização da vida autárquica!”, disse, constatando que “as pessoas, quando começam a ficar nervosas, levantam este tipo de insinuações”.

ENDIVIDAMENTO
DIMINUIU 7.000.000 EUROS

“Estava a contar em ser muito mais atacado”, começou por dizer Gil Nadais, presidente da Câmara Municipal, que contornou as críticas com “os 2.000.000 de euros que já investimos no Parque Empresarial do Casarão”, “os 7.000.000 que diminuímos ao endividamento municipal” e “os financiamentos já garantidos no âmbito do QREN, para fazermos obra até 2011”.
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