Agadão: Mexer com as crianças é mexer comigo
Haverá na verdade quem se divirta com o seu nome, nos jornais para satisfação pessoal!
Antes de mais quero alertar o Sr. Mário Figueiredo que os artigos que costumo publicar ou entrevistas que faço nos meios de comunicação, tenho sempre cuidado no que afirmo, o que não me parece que tenha sido o seu caso. Com o tempo a sociedade muda, há indivíduos que nunca procuram certamente a forma de porem as suas capacidades em prática ou a sua inteligência. Uma pessoa tão atenta e interessada pelo desenvolvimento da sua Freguesia devia participar mais no seu desenvolvimento mas não é o caso e é de lamentar nunca ter servido nem sequer para mordomo de uma festa. Centro Social Também se refere ao projecto do Centro Social, diz que estava a começar a casa pelo telhado, infelizmente a dele nem de cima para baixo nem de baixo para cima vive em casa dos sogros e nem casa própria tem. Isto faz-me reflectir que por vezes as pessoas incapacitadas discordam com o empenho que tenho com esse projecto para por em prática o bem-estar desta Freguesia.
Carrinha emprestada Quanto à carrinha emprestada temporariamente à Junta de Freguesia para transportes escolares, quero lembrar que era um namoro que iria dar em divórcio e depois a culpa nunca morre solteira. Em 1994 o executivo da Câmara Municipal dessa altura também nos quis dar um dumper, mas também não o aceitamos e passamos a adquirir um tractor com pá e que se veio a reconhecer que para as zonas serranas é mais funcional.
Reunião na Escola Como é que é possível que nos dias de hoje ainda haver pessoas sem conhecimento do que estão a afirmar em publico, do que foi dito e passado em reuniões feitas com os pais nas instalações da escola de Agadão, quando das duas reuniões que houve nunca esteve presente. Também não vejo preocupação na parte dos transportes nem interessado em prolongar alguns anos de vida á escola que actualmente o seu filho frequenta. Tive conhecimento que teve o filho numa pré-escola de uma Freguesia vizinha em fase de adaptação, mas como a criança não se adaptou veio matricula-la á escola de Agadão. Será que é de louvar atitudes destas com pessoas com esta mentalidade depois de saber que quanto menor for o número de crianças mais depressa lhe é anunciada a sua morte ou também quer ser um dos coveiros a cavar a sepultura desta escola! Quero deixar aqui bem claro que já me esforcei muito para que as crianças da minha freguesia tivessem instalações dignas e que me posso orgulhar disso. A Junta de Freguesia continuará a reunir esforços para o bem-estar das crianças que não tem culpa das atitudes dos pais. Mas há um dito que diz, quando se atira uma pedra a uma árvore é porque a fruta é boa, mesmo que seja no meio de algumas silvas. n António Farias
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