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Cultura: A marcha de Travassô para fora da UBA

por Redacção Soberania em Julho 31,2008

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A intenção de a  Orquestra Filarmónica 12 de Abril (Travassô)  abandonar a União de Bandas de Águeda, apanhou de surpresa José Lopes, presidente da Banda Nova (Fermentelos), que conduz os destinos da UBA em 2008.

A direcção da OF 12 de Abril propõe-se abandonar a UBA e a questão vai ser analisada e decidida na assembleia geral convocada para 6 de Agosto.
“Fomos absolutamente apanhados de surpresa e, enquanto não surgirem factos concretos, a UBA não fará nenhum comentário. Vamos aguardar pela Assembleia Geral da 12 de Abril”, comentou José Lopes, indagado por SP.
Aníbal Pires, recorde-se, mostrou-se discordante em relação ao “modelo de funcionamento” da UBA e, na última edição SP, queixou-se da “falta de solidariedade institucional” e da “falta de cumprimento de acordos e rotações de serviços”.
O presidente da 12 de Abril considerou também que “não há justificação para continuarmos ligados à UBA” e reservou todas as explicações para a próxima Assembleia Geral da colectividade, marcada 6 de Agosto (quarta-feira).

BANDA VELHA
DEFENDE A NOVA


“Não sei a quem é que a 12 de Abril se refere, quando fala em falta de solidariedade institucional. Se à Câmara ou à Banda que este ano preside à UBA... Mas estou à vontade para garantir que a Banda Nova tem sido irrepreensível na condução dos destinos da UBA!”, referiu Jorge Mendonça, presidente da Marcial.
“Julgo que um qualquer mal-entendido pode ser esclarecido e que esta intenção pode ser revertida. De qualquer forma, lamento esta situação, considero que esta intenção não é salutar e só contribui para a dissolução do espírito inicial da UBA”, acrescentou o presidente da direcção da Banda Velha de Fermentelos.

UBA NUNCA ACABA!

Mário Jerónimo, presidente da Banda Castanheirense, entende que “tudo não passa, para já, de uma intenção, mas a 12 de Abril, a meu ver, não tem quaisquer razões para abandonar um projecto do qual foi parte um dos principais impulsionadores”.
A Banda Castanheirense actuava em Viana do Castelo quando foi ouvida por  SP, e, na óptica do seu presidente, “cada um manda na sua casa”. Mas, garante, “se a intenção da 12 de Abril se confirmar, a UBA, no que depender da Castanheirense, nunca acaba!”. “Por morrer uma andorinha, não acaba a Primavera”, disse Mário Jerónimo.

ALVARENSE
NÃO COMENTA


Arnaldo Nogueira, recentemnente eleito presidente da Banda Alvarense, não quis fazer nenhum comentário sobre este assunto.


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