Valongo: A praga dos assaltos continua
A freguesia de Valongo do Vouga continua a ser alvo da onda de assaltos que foi aqui motivo de um eco…Parece que desta vez os larápios, utilizando a mesma técnica, “visitaram” outros locais, sempre na mira de automóveis.
Aconteceu no lugar do Sobreiro na noite de quarta para quinta-feira (2 para 3 de Julho) e a vítima foi José Augusto Ferreira Vidal, ali residente, proprietário do restaurante “O Seabra”. Como nos contou, tentaram levar-lhe um telemóvel equipado no seu veículo e outro equipamento. No carro do filho, que estava guardado no mesmo local, também foi feita uma “vistoria”. Do veículo, um Mercedes, pouco ou nada conseguiram. Mas num jipe que possui, tinha o alarme ligado e não olhe mexeram. Por incrível que se diga, os veículos estavam na sua garagem, mas abertos, nunca pensando os seus proprietários que alguém se aventurasse a ir dentro das habitações, ou às garagens anexas, procurar e subtrair o que lá estiver. “Estivemos no restaurante até tarde fui para casa cerca da uma hora da madrugada e o que queria era descansar”, afirmou-nos José Vidal. Mas isso, de descansar, parece que é coisa proíbida. Enquanto uns trabalham e querem descansar, outros “governam-se” à custa alheia. Os larápios, segundo a versão de José Vidal, vieram em direcção a Arrancada ou Aguieira (não pôde precisar, nem nos foi possível averiguar) e fizeram idênticas visitas. A propósito, conta ainda que foi encontrar um emigrante, salvo erro na Bélgica, no posto da GNR de Arrancada do Vouga, no momento em que também participava a ocorrência de um furto de alumínio de sua casa, em Macieira de Alcoba, que tinha acabado de pagar e foi utilizado na sua residência. Sexta-feira, dia 4, soubemos que na Rua das Valinhas (entre a estrada da fábrica de alumínios e a escola) alguém confiante terá parado o seu Mercedes, deixando as chaves na ignição e, ao que parece, foi visitar uma oficina de serralharia ali existente. Pouco depois, o carro tinha desaparecido, informou-nos Élio Silva. Não nos compete fazer comentários. Não é nossa intenção fazer de correspondente, com factos que passam ao lado de alguns leitores. Mas parece que é nossa obrigação cívica publicitar estes acontecimentos e fazer com que eles sejam justificativos para a tomada de medidas julgadas convenientes, por quem de direito, para minimizar este fenómeno.
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