Macinhata do Vouga: Onda de asaltos preocupa população
A comunidade macinhatense sofreu uma vaga de assaltos nos últimos dias. A desfaçatez dos ladrões atinge proporções que já parecem incontroláveis.
Dia 30 de Janeiro, enquanto foi ao cemitério para cuidar da campa de um familiar, Gestrudes Mariana da Costa Ferreira deixou o carro à porta. Quando voltou, o Mitsubich Colt tinha o vidro lateral esquerdo partido e roubaram-lhe a carteira - com toda a documentação pessoal, as chaves de casa e ainda cerca de 20 euros em dinheiro. Dia 1 de Fevereiro, foi uma casa de habitação da Moita a ser assaltada durante a noite e, imagine-se, com os proprietários lá dentro. Sem que dessem por isso, ficaram sem dois computadores. Dia 2, foi uma carrinha da AMAR a vítima dos ladrões - quando estava estacionada na estrada que liga a Albergaria. As funcionárias da instituição procediam a uma acção de apoio domiciliário a uma utente de Sernada do Vouga, por volta das 11 horas da manhã, e a viatura foi vítima do mesmo modelo de assalto: vidro partido e roubo da carteirade uma funcionária. E levaram-lhe a documentação pessoal e a do filho, as chaves de casa e do automóvel e cerca de dez euros. Também no dia 2 de Fevereiro, a vítima foi Célia Duarte Soares. Um indivíduo saltou pela janela e assaltou-lhe a casa, por volta das 10,30 horas. Levou-lhe vários obcetos em ouro. No dia 4, a vítima foi Artur Jorge dos Santos, de Soutelo. Levaram-lhe dois relógios e 200 euros. De 5 para 6 e de 6 para 7, assaltaram o cemitério, de lá levando peças em latão e cobre. Já no dia 27 de Janeiro, fôra a vez de ser assaltado o automóvel de Helena Pinho. Levantou dinheiro no multibanco instalado na sede da Junta de Freguesia, por volta das 9,30 horas, e foi levar a filha à creche. Foi o momento aproveitado para o carro ser assaltado. Neste caso, eventualmente por uma mulher - que ela ainda vira sair de um carro, momentos antes.
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