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Economia: Certificação é o futuro para rentabilizar a floresta

por Redacção Soberania em Julho 10,2008

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O presidente da direcção da COFLORA disse a SP que “a certificação é factor adicional para a rentabilização da floresta”. Floresta que, disse Joaquim S. Bento Pereira, “durante os últimos anos, por falta de preços compensadores, já estava a ficar abandonada e a tornar-se em selva”. Porém, “bastou que os preços melhorassem para que novas plantações e granjeios se verificassem”.

A certificação da floresta foi tema de um seminário da COFLORA, realizado a 28 de Jungho, no auditório da Caixa de Crédit Agrícola. Numa época em que tudo se discute e tudo é posto em causa, considerou Joaquim S. Bento que “Prós e Contras” foi “tema adequado tema ao que se passa na floresta”. Para que os produtores saibam melhor com o que contar.
SP: O que é que “prós e contras” tem a ver com a floresta?
JSB: Sempre considerámos que devemos escutar outras opiniões, sem fundamentalismos, para obtermos esclarecimentos que nos ajudem a fazer a escolha acertada. A floresta, como tudo o mais, também tem duas vertentes: a materialista, aquela de que queremos extrair rendimentos; e a idealista, com os seus interesses ambientais. A dificuldade consiste, por isso e por vezes, em conciliar as duas partes.
SP: E como será, então, conciliável?
JSB: Para a parte idealista, a floresta deveria ser apenas utilizada para fins ambientais, com particular ênfase na eliminação do CO2, pois, mais premente que a própria alimentação, é o ar que respiramos. Mas a humanidade também precisa desesperadamente de outras coisas mais prosaicas, como o combustível, a madeira e o papel.
SP: É aí que entra a intervenção do homem...
JSB: A intervenção do homem e também saber qual é a melhor maneira de a rentabilizar. É que não há volta a dar--lhe e, sem dinheiro, não há espaço, nas condições actuais, para se poder viver. Daí, a necessidade de sermos imaginativos para podermos tirar da nossa floresta a máxima rentabilidade.
SP: E é rentável, a floresta?
JSB: Temos de concordar que qualquer actividade, para ser sustentável, tem que dar lucro. O exemplo do abandono da nossa agricultura ilustra, sem margem para dúvidas, o que acabámos de dizer.
SP: E o caso da floresta?
JSB: É outro exemplo. A nossa floresta, que durante os últimos anos já estava a ficar abandonada e a tornar-se uma selva, por falta de preços compensadores, voltou a interessar. Bastou que os preços melhorassem, para que novas plantações e granjeios se verificassem.
SP: Quanto ao futuro?
JSB: O mundo está em constante mudança. Por isso, não podemos ser conformistas e acreditar que não temos mais que fazer. Há ainda e sempre muito que fazer. Desde a genética, às plantações, aos granjeios e à alteração da estrutura fundiária, de forma a dimensioná-la devidamente, para a tornar mais sustentável.
SP: Aí, entra a certificação?
JSB: Exactamente, a certificação! A certificação como factor adicional para a necessária rentabilização da floresta.


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