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PAULO PORTAS EM ÁGUEDA EM ATAQUE AO GOVERNO PS

por SP em Abril 19,2008

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Paulo Portas afirmou hoje em Águeda que «o CDS é diferente do PSD» e que o primeiro-ministro poderia pensar que ia ter «menos oposição, mas vai ter mais». "Independentemente do que aconteça ao PSD, faremos o nosso caminho, nomeadamente como partido da defesa dos contribuintes", afirmou o líder centrista

Paulo Portas falava na tomada de posse da nova Comissão Política Concelhia de Águeda, que se anunciou com o objectivo de "recuperar a expressão eleitoral que o CDS já no município".

O CDS/PP, segundo Paulo Portas dise em Águeda, vai propor "a penalização dos dirigentes da administração fiscal que ultrapassem a lei, com penhoras e cobranças ilegais, ou que deixem passar os prazos para atenderem às reclamações dos contribuintes".

«Tem de haver uma só lei, um só peso, uma só medida. O Estado, pelo fisco, faz penhoras e cobranças ilegais, não responde às reclamações, cativa salários e contas bancárias. Quando o contribuinte falha, é penalizado, e o Estado também tem de o ser, porque o que se verifica é que, quando é o Estado que não cumpre com os elementares direitos dos contribuintes, nada acontece aos responsáveis», afirmou Paulo Portas, sublinhando que não querer «viver num Estado fiscal socialista», em que são dados à administração fiscal «poderes plenipotenciários, perante os quais o contribuinte tem de comer e calar».

O líder centrista comentou também que «tudo o que esteja além da lei não é imposto: é confisco e ataque à propriedade privada, valor que o CDS defende» e frisou que "a prova da generalização dos abusos da administração fiscal está no facto de perder a maior parte dos processos que chegam aos tribunais e aponta a responsabilidade ao Governo PS".

«Estamos contra a instrução do Governo, desde 2006, para a administração fiscal cobrar a torto e a direito, muitas vezes atropelando a lei», precisou Paulo Portas, para quem «o Estado faz liquidações mal feitas e, perante as reclamações, faz greve de zelo e não responde», pelo que «tem de haver um partido que defenda os direitos dos contribuintes e é nisso que o CDS está empenhado».

A tomada de posse da Comissão Política Concelhia de Águeda do CDS/PP, presidida por Filipe Mota Gonçalves, foi também tempo para homenagear Manuel Oliveira Duarte, presidente da Junta de Freguesia de Segadães - uma das autarquias aguedenses detidas pelo partido. 

Manuel Oliveira Duarte, foi secretário da JFS em 1976/79, tesoureiro em 1982/85 e é presidente desde 1994. É um dos poucos dinossauros da vida política autárquica de Águeda. Seis aos como secretário e tesoureiro e já no quarto mandato como presidente (15 anos).


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