Entrevista a Filipe Mota
SP: Que “armas” vai colocar em prática, para que o CDS-PP se aproxime do povo e volte a ter a dimensão local de outros tempos?
FMG: Vamos colocar em prática a nossa convicção e transmiti-la ao nosso eleitorado. Queremos estender a nossa mensagem a outras faixas do eleitorado, captando-as para a nossa estrutura. O meu projecto para o partido é um projecto de continuidade.
SP: Quais são, então, os seus objectivos estratégicos?
FMG: Objectivamente, a nossa linha de acção passará por uma operacionalização interna, promoção e envolvimento dos eleitos locais na vida do partido, contacto com as freguesias, numa plataforma de diálogo com as estruturas internas e externas consideradas de manifesto interesse e pela definição de um plano de acções locais.
SP: Que papel caberá à Juventude Popular (JP)?
FMG: A JP tem um enorme significado para a Concelhia e tem-se revelado por uma forte dinâmica no concelho. Contamos muito com a nossa estrutura mais jovem, para nos ajudar a percorrer o caminho que nos leve junto das bases e a trazer pessoas novas para o CDS-PP.
SP: Como é que vai desempenhar a liderança do CDS-PP?
FMG: Tranquilamente! Não haverá, seguramente, “revoluções” internas, comparativamente à forma como o partido tem sido gerido. Queremos, tão só, dar continuidade ao bom trabalho que tem sido desenvolvido.