A AEA/AIA pediu ao Ministério da Economia que entenda a urgência em avaliar e reflectir sobre regulação do sector bancário e, em particular, sobre a actividade do Banco de Portugal».
A AEA/AIA, em 2005, a denunciou ao Presidente da República «práticas bancárias eticamente reprováveis que penalizavam a actividade das PME's» e, posteriormente, informou várias entidades governamentais da «postura autoritária e abusiva dos bancos».
Em Outubro de 2007, denunciou ao Ministério da Economia as práticas que «induzem os jovens em erro e os levam ao sobreendividamento e à desmotivação», alertando para «a falta de controlo do Banco de Portugal sobre a actividade bancária».
«Está, contrariamente ao desejável, ao serviço dos bancos e não ao serviço da economia», disse o presidente Ricardo Abrantes, frisando que «depois de perder os dois instrumentos de política monetária, os câmbios e a taxa de juro, seria expectável que desempenhasse eficazmente a função de regulador do sector, o que não acontece».