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Política: Ligação da J. Aidos à Câmara de Águeda

por Redacção Soberania em Maio 22,2014

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O presidente do município, Gil Nadais, deu a conhecer o teor de uma carta enviada ao líder da Assembleia Municipal, Francisco Vitorino, em que esclarece os contornos da prestação de serviços com a empresa J. Aidos.

O assunto foi levantado por Hilário Santos, do Grupo Municipal do PSD, na última Assembleia Municipal, a 30 de Abril, atitude que Gil Nadais considera “deselegante para com um prestador de serviços da autarquia”.
O líder da edilidade acusa Hilário Santos de “criar auréolas, com fins políticos, que nada dignificam o concelho”, e esclareceu que a empresa J. Aidos auferiu, apenas, 36.000 euros (mais IVA), ao contrário dos “cerca de 80.000, em menos de dois anos”, anunciados pelo líder da bancada social-democrata na última Assembleia Municipal.
Gil Nadais admite, contudo, que este ano “foram celebrados contratos” com a empresa J. Aidos, num total de 40.262,40 euros, mais IVA, mas que a empresa “ainda não recebeu qualquer honorário”.
O líder camarário refere que João Aidos tem colaborado com o município em “outros trabalhos não previstos na prestação de serviços”, dando como exemplo “uma candidatura à Agência de Ciência Viva Nacional, apoiada em cerca de 30.000 euros”.

Reacção de Hilário Santos (PSD)

Hilário Santos (PSD) considerou que “quem está a criar o enredo é, precisamente, Gil Nadais”, e reforça que a empresa J. Aidos “vai custar para cima de 100.000 euros ao município em pouco mais de dois anos”.

“Diz o presidente que, até à data, ainda só pagou 44.280 euros, no entanto, já assumiu compromissos de mais de 54.000 até ao final de 2014”, referiu Hilário Santos, sublinhando que “a colaboração não é espelhada num só contrato, mas em dois - um que incide sobre o Centro de Artes, de 1.806,93 euros/mês; e outro que incide sobre a Incubadora Cultural, de 2.666,69/mês, ambos acrescidos de IVA”.
O eleito social-democrata refere ainda, que, “no mês de Março, este colaborador (J. Aidos) recebeu 4.391,20 euros, através de um ajuste directo simplificado de consultadoria para o Centro de Artes”.
“O que pretendo é que me explique qual a avaliação que é feita ao trabalho já realizado e o porquê de existirem contratos diferentes de prestações de serviços e de ajustes directos simplificados, que incidem sobre um mesmo colaborador”, acrescentou Hilário Santos. “Dá a sensação de estarmos perante uma forma ardilosa de contornar a lei na área da contratação de pessoal”, rematou.
 


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