O candidato Bruno Almeida (BA), de 41 anos, gestor da Algo Original, pretende uma ACOAG “empenhada na resolução dos verdadeiros problemas dos comerciantes e determinada em encontrar formas eficazes de promoção do comércio”.
SP: Indique-nos três razões fortes que o levaram a candidatar-se à presidência da direcção da ACOAG?
BA: A candidatura não é individual, mas colectiva, de um grupo de associados empenhado em reunir esforços para dar a dimensão que o comércio de Águeda merece. Três razões fortes? Desencanto com o actual estado da ACOAG, vontade de fazer mais e determinação em fazer melhor!
SP: Tem criticado o desempenho dos actuais dirigentes. Como avalia o seu trabalho?
BA: Águeda tem grandes potencialidades, ao nível comercial, e parece-me que os comerciantes estão demasiado abandonados e entregues à sua sorte. É preciso não esquecer que ACOAG já teve cerca de 1.400 associados e que hoje tem, apenas, 240 com as quotas em dia, o que evidencia um afastamento e um desencanto que é preciso inverter. Precisamos de abrir a ACOAG aos comerciantes e à sociedade, unindo e não dividindo. Está na altura de darmos uma lufada de ar fresco ao comércio de Águeda e de os comerciantes darem um voto de confiança a esta equipa de gente jovem e determinada.
SP: Quais são as três grandes propostas que vai apresentar aos associados?
BA: São, entre muitas outras, bastante claras: unir e aproximar os comerciantes da sua associação, modernizar os negócios e aumentar, ainda mais, a visibilidade da cidade, contribuindo para o reforço da qualidade dos nossos serviços e dos nossos produtos.
SP: Que mais-valias podem levar os sócios a votar na sua lista, em detrimento da candidatura adversária?
BA: Tivemos a preocupação de reunir um grupo de associados jovem, dinâmico e com provas dadas na área comercial e na sociedade civil. Um grupo que ambiciona inverter o marasmo em que a ACOAG se encontra, nada condizente com a ambição, motivação e determinação dos tempos mais áureos da associação.
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