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Governo medalha a d'Orfeu

por Redacção Soberania em Dezembro 11,2013

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O Director-Geral das Artes, Samuel Rego, veio a Águeda, a 4 de Dezembro, entregar a Medalha de Mérito Cultural à d’Orfeu - atribuída pelo Secretário de Estado da Cultura -, no dia em que a associação cultural completou 18 anos de actividade ininterrupta.

Samuel Rego - substituiu o Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, impossibilitado, à última hora, de estar na cerimónia - destacou “a extraordinária entidade, o espírito de militância, o génio e o poder de mobilização” da d’Orfeu, considerando que a associação “é umas das estrelinhas que existe na Direcção-Geral das Artes, que nos inspira e nos tem guiado”.
A Medalha de Mérito Cultural atribuída pelo Estado português e recebida pelo presidente Acácio Silva, no dia do 18º. aniversário da associação, foi o maior reconhecimento oficial da história da d’Orfeu, que já este ano viu prolongado o seu estatuto de Interesse Cultural, até 2016, pela Secretaria de Estado da Cultura.

d’Orfeu é do... mundo!

O presidente da assembleia geral da d’Orfeu, Rogério Fernandes, recuou 18 anos para recordar “os primeiros passos, muito tímidos e inseguros, mas cheios de vontade de impor, em Águeda, uma nova dinâmica cultural”. “Passos que rapidamente se transformaram em grandes passos e, até, saltos, com o crescimento vertiginoso, que foi contagiando, cada vez mais, os adeptos desta causa”.
Para Rogério Fernandes, “a d’Orfeu extrapolou fronteiras e hoje já não é de Águeda, já não é de Aveiro, já não é de Portugal... Hoje, a d’Orfeu é do mundo e de centenas de amigos, artistas, associações e parceiros!”, observou o presidente da assembleia geral da instituição.
“Acabámos por levar à banalização do estupendo e à vulgarização do impressionante”, observou, depois, Luís Fernandes, debruçado nos 216 meses da d’Orfeu, considerando que “o fascínio maior desta história foi a concretização do que, na altura, não podiam ser mais que utopias”.
“Mais futuro que passado” é a receita que Luís Fernandes prescreve para o que ainda está para vir. “Haja pernas para voar, com os pés assentes no som”, porque “nada disto é pela medalha de mérito, é pelo mérito da medalha”, rematou um dos principais obreiros da d’Orfeu. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA

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