Águeda: Vendas "abusivas" na Cruz Vermelha
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A Delegação de Águeda da Cruz Vermelha diz “nada ter a ver” com as vendas de uma empresa de rastreios que esteve a operar na sua sede.
A empresa “fez do rastreio um local de venda de artigos de bem estar” e os idosos , pressionados a comprar, denunciaram os telefonemas que, segundo diziam, "eram feitos em nome da Cruz Vermelha". “Convidámos a empresa a abandonar as instalações”, referiu a Delegação”, frisando que “nunca, em tempo algum, a fez qualquer telefonema a convidar pessoas para o rastreio”. Os eventualmente lesados, podem contactar a Cruz Vermelha de Águeda, que “está disponível para ajudar na anulação de algo que tenham assinado, sob pressão, dentro do prazo possível” - 14 dias.
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