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Assembleia Municipal de Águeda: Parque do Casarão “cheio” de... críticas

por Redacção Soberania em Janeiro 09,2013

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O novo regulamento de venda de lotes do Parque Empresarial do Casarão (PEC) foi aprovado por maioria, na segunda parte da última sessão ordinária de 2012 da Assembleia Municipal.

A sessão decorreu a 4 de Janeiro e José Manuel Oliveira (PSD) aproveitou a discussão do assunto para tecer inúmeras críticas ao PEC, referindo, na direcção do presidente Gil Nadais, que “se uma empresa privada construísse assim um parque empresarial, o senhor não passava a licença de utilização”.
“O sistema de saneamento está longe de estar concluído e o de águas pluviais está longe de ser uma solução moderna, não há passeios, não tem acessos... Falta muita coisa!”, disse José Manuel Oliveira, convicto que “o parque está mal localizado, longe das infra-estruturas”, e que “instalar lá uma empresa não vai ser fácil, até por uma questão de segurança”.
“Só os juros que investiram em terrenos dariam para oferecer dois terrenos por ano a jovens empresários”, disse o eleito social-democrata, acrescentando, ainda, que “os terrenos foram pagos por quatro vezes o valor que valiam” e que “para comprar caro, não é preciso mestria”.

Câmara empenhada
em garantir empresas

“Se tem lá terrenos naquela zona, a Câmara compra todos a um euro, porque nós precisamos deles! Andamos a comprar terrenos para a pista de aviação e não conseguimos comprá-los a um euro”, respondeu-lhe Gil Nadais, presidente da Câmara Municipal.
O líder do executivo esclareceu, depois, que as redes de águas pluviais e de saneamento “estão a ser acompanhadas pela Câmara e pela AdRA” e que “os passeios são para ser colocados depois das empresas estarem instaladas”.
Gil Nadais considerou ainda que “a Câmara actuou como devia actuar, como reguladora do mercado” e não se mostrou preocupado com a falta de acessos. “O nosso empenho é levar empresas para lá!”, sublinhou o presidente, consciente que “este parque foi projectado há vários anos, numa altura em que a situação económica era muito diferente”.
Daí que o regulamento do PEC agora revisto preveja, além da venda, a possibilidade de cedência em direito de superfície (por 50 anos, renovado por períodos de 10), mediante pagamento de prestações anuais (um euro por metro quadrado do lote). Uma proposta que mereceu sete abstenções, do CDS-PP (1) e do PSD (6).
Zonas industriais mais
antigas serão melhoradas

A discussão do assunto foi aproveitada para Gil Nadais dar conta da intenção da autarquia municipal em intervir em zonas industriais mais antigas.
“Temos previsto algum saneamento e fazer algumas obras para melhorar as condições de algumas empresas, que são lastimáveis”, disse o presidente da Câmara.
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