Águeda: O muro das taxas camarárias
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A tributação sobre o IRS foi fixada em 2%, por proposta da Câmara, aprovada no executivo por unanimidade. «Entendi que as famílias estão sobrecarregadas de impostos e mais estarão em 2013», disse Gil Nadais. A proposta foi aprovada por maioria, com uma abstenção (PSD).
A discussão e votação foi na Assembleia Municipal de Novembro, e Nair Barreto, do PSD, interveio: «Congratulo-me com a deliberação do executivo. Já no ano passado tínhamos pedido, implorado, ao sr. presidente da Câmara Municipal, pois já era a crise, que abdicasse dos 5% do IRS». José Vidal (PS) lembrou que «há 23 anos caiu o muro de Berlim e hoje, em Águeda, caiu o muro das taxas. Berlim quer, aqui, criar um muro de pobreza». Adiantou o eleito socialista que «a baixa das taxas só é possível pela boa gestão do executivo, nos últimos 7, ou 5 anos, pois os dois primeiros foram para pagar dívidas». A deliberação camarária, frisou, «é a mais importante, talvez a mais justa de sempre». «Quando há uma baixa de impostos, estão a beneficiar quem paga. Quem cumpre e paga é quem sustenta o Estado», disse José Vidal. Sobre as dívidas da Câmara, foi Hilário Santos à liça: «Não costumando eu comentar assuntos de natureza nacional em palcos locais, quero dizer que esta Câmara está brilhante, andando dois anos a pagar dívidas. Tem graça, este governo (o central) está há um ano e tal a pagar dívidas».
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